Secretaria Municipal de Assistência Social


Sobre a Assistência Social
A Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS) é o órgão gestor responsável por coordenar e executar, no âmbito municipal e conforme suas competências legais, a Política de Assistência Social, integrada ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
A Assistência Social é um direito de cidadania e um dever do Estado, constituindo-se como política pública não contributiva integrante da Seguridade Social. Sua atuação busca prevenir situações de vulnerabilidade e risco social, assegurar proteção por meio de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais, fortalecer vínculos familiares e comunitários e ampliar o acesso da população aos direitos sociais. As ações são planejadas a partir das necessidades dos territórios, orientadas pela garantia de direitos, pela participação e pelo controle social, e articuladas com as demais políticas públicas para ampliar a proteção social no município.
- Telefone de Atendimento
(67) 3452-0000 - E-mail Institucional
assistenciasocial@riobrilhante.ms.gov.br - Endereço Sede
Rua Athayde Nogueira, 1033 - Centro, Rio Brilhante - MS - Horário de Funcionamento
Segunda a Sexta, das 07h00 às 13h00 - Outros contatos
Diretório oficial de ramais ↗
Secretaria Municipal de Assistência Social — Rio Brilhante/MS
Informações institucionais e orientações de acesso à Política Municipal de Assistência Social.
Colaboração: Setor de Vigilância Socioassistencial.
MISSÃO INSTITUCIONAL
Coordenar e fortalecer a Política Municipal de Assistência Social em Rio Brilhante/MS, garantindo a organização e a qualificação das ofertas do SUAS e promovendo o acesso da população aos direitos socioassistenciais. Atuar na prevenção e no enfrentamento das vulnerabilidades e dos riscos sociais, com atenção às realidades dos territórios, fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, articulação intersetorial, participação social e aprimoramento contínuo da gestão e dos serviços.
CLASSIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO E ORGANIZAÇÃO DO SUAS
Rio Brilhante/MS enquadra-se como município de Pequeno Porte II na classificação populacional da Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004). Para os parâmetros do Pacto pela Gestão do SUAS de Mato Grosso do Sul, adota-se neste material a referência estadual de subporte II-B, correspondente à faixa de 35.001 a 50.000 habitantes, conforme a Deliberação CEAS/MS nº 435/2022. A subdivisão II-B decorre do pacto estadual e não da NOB/SUAS isoladamente. A classificação orienta parâmetros de organização e gestão, mas não comprova, por si só, o cumprimento das metas pactuadas.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E RESPONSABILIDADES DA GESTÃO
O Pacto pela Gestão do SUAS/MS estabelece compromissos e áreas essenciais para a organização e o aprimoramento da gestão municipal do Sistema Único de Assistência Social. Seu cumprimento deve orientar o município na estruturação das funções necessárias à condução da política, ao planejamento, à execução, ao monitoramento e à avaliação das ofertas socioassistenciais.
Para facilitar a compreensão de como essas responsabilidades se relacionam com a estrutura local, a tabela apresenta as funções previstas no Pacto estadual e identifica as áreas municipais compatíveis, considerando o organograma da Prefeitura de Rio Brilhante/MS publicado no Diário Oficial do Município. A correspondência indicada organiza a leitura das atribuições e responsabilidades entre os setores; não significa, por si só, criação de unidade administrativa nem substitui a legislação municipal, os atos vigentes ou os instrumentos formais de organização.
Os setores de gestão são necessários para assegurar direção e coordenação da política, planejamento integrado, vigilância das vulnerabilidades e da oferta, educação permanente, gestão do trabalho, administração do Cadastro Único, condução das proteções sociais básica e especial e gestão financeira e orçamentária. Essa organização permite distribuir responsabilidades, articular as unidades e equipes, acompanhar metas e recursos, qualificar os serviços e dar suporte à tomada de decisões, com vistas à continuidade, à qualidade e à efetividade da proteção socioassistencial no município.
| Pacto estadual do SUAS DOE/MS nº 10.875, 29/06/2022, p. 86 Deliberação CEAS/MS nº 435/2022 | Organograma municipal Decreto nº 33.409/2025 — DOM nº 230, 03/01/2025, pp. 2–6 Consultar Publicação | Atividades de referência que o setor deve desenvolver |
|---|---|---|
| Direção da política e comando único | Secretário Municipal de Assistência Social — direção superior da SEMAS. | Dirigir a SEMAS e coordenar a Política Municipal de Assistência Social; definir prioridades e orientar a atuação integrada das áreas; articular proteção social, planejamento, vigilância e financiamento; acompanhar metas, resultados e necessidades da rede; representar institucionalmente a Secretaria; assegurar o comando único da política, respeitando as competências deliberativas e fiscalizatórias do controle social. |
| Gestão do SUAS | Gerência de Gestão do SUAS, com atuação transversal no órgão gestor. No agrupamento institucional do portal, articula a Vigilância Socioassistencial, a Gestão do Trabalho, a Educação Permanente e a Coordenação do Cadastro Único, além do planejamento e do monitoramento da política. | Articular o planejamento e a organização geral do SUAS municipal; apoiar a elaboração, execução e avaliação do PMAS e do Relatório Anual de Gestão; acompanhar metas, ofertas e instrumentos de gestão; integrar a atuação das Gerências de Proteção Social Básica (PSB), Proteção Social Especial (PSE) e Gestão Financeira e Orçamentária; articular, no âmbito da Gestão do SUAS, a Vigilância Socioassistencial, a Gestão do Trabalho, a Educação Permanente e a Coordenação do Cadastro Único; acompanhar sistemas oficiais de informação e apoiar monitoramento, avaliação e melhoria contínua da política. A distribuição operacional deve respeitar a estrutura e os atos municipais vigentes. |
| Vigilância Socioassistencial | Gerência de Vigilância Socioassistencial. | Produzir, sistematizar, analisar e disseminar informações territorializadas sobre vulnerabilidades, riscos sociais, violações de direitos e oferta socioassistencial. Elaborar diagnósticos socioterritoriais, indicadores, boletins, estudos e mapas; analisar demanda, cobertura, capacidade de atendimento e distribuição das ofertas; integrar dados dos sistemas e registros do SUAS; apoiar o planejamento, a busca ativa, o monitoramento e a avaliação. Fundamenta-se na LOAS, na PNAS/2004 e na NOB-SUAS/2012, em articulação com as orientações técnicas dos serviços, especialmente CRAS/PAIF, e com a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Deve transformar dados em conhecimento para decisões de gestão, sem substituir as equipes responsáveis pela oferta e pelo atendimento. |
| Educação Permanente | Função de gestão a organizar no âmbito municipal. Não foi identificada gerência, núcleo ou comissão específica de Educação Permanente na estrutura publicada. | Planejar e promover processos continuados de aprendizagem vinculados às necessidades reais da gestão, dos serviços e do controle social do SUAS. Identificar lacunas de conhecimento; organizar planos, calendários, capacitações, oficinas, supervisões e espaços de troca de experiências; disponibilizar materiais técnicos; registrar participação e avaliar a aplicação do aprendizado no trabalho. Deve orientar-se pela Política Nacional de Educação Permanente do SUAS, pela LOAS, pela PNAS/2004 e pela NOB-SUAS/2012, articulando teoria, normativas e situações concretas do cotidiano profissional. Educação Permanente é distinta da Gestão do Trabalho e não pressupõe, por si só, a existência de gerência autônoma municipal. |
| Gestão do Trabalho | Função vinculada à Gestão do SUAS. Não foi identificada unidade autônoma denominada “Gestão do Trabalho”; a distribuição operacional deve observar os atos municipais aplicáveis. | Organizar e subsidiar a gestão da força de trabalho do SUAS, considerando composição das equipes, vínculos, perfis profissionais, condições éticas e técnicas, processos de trabalho e necessidades de provimento. Produzir informações para o planejamento de pessoal; apoiar a adequação das equipes aos serviços e às normativas; identificar necessidades de supervisão, apoio técnico e qualificação; articular a SEMAS com a área municipal de gestão de pessoas. A função deve observar a LOAS, a PNAS/2004, a NOB-SUAS/2012, a NOB-RH/SUAS e as normas aplicáveis, sem ser confundida com Educação Permanente nem atribuída a unidade formal não instituída. |
| Coordenação do Cadastro Único | Coordenação funcional articulada à Gestão do SUAS no órgão gestor da SEMAS. | Coordenar, no âmbito municipal e conforme as atribuições vigentes, a organização da gestão do Cadastro Único; planejar e acompanhar os processos de cadastramento, atualização e qualificação cadastral; orientar a organização dos postos e das equipes responsáveis pelo atendimento; monitorar cobertura, qualidade dos registros, pendências e cumprimento dos procedimentos; articular informações com a gestão do Programa Bolsa Família e demais políticas usuárias do Cadastro Único; apoiar busca ativa e planejamento territorial, preservando sigilo e proteção dos dados pessoais. A coordenação da gestão cadastral não se confunde com a execução dos serviços socioassistenciais nem com o acompanhamento familiar pelo PAIF. |
| Proteção Social Básica (PSB) | Gerência de Proteção Social Básica e divisão relacionada ao CRAS, conforme a estrutura administrativa municipal publicada. | Atuar no órgão gestor na condução e no acompanhamento da Proteção Social Básica; orientar e apoiar tecnicamente os CRAS; acompanhar a oferta do PAIF, do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e das demais ofertas executadas; articular a gestão do SCFV por meio da Coordenação do SCFV, situada no âmbito da Gerência da PSB, incluindo planejamento, organização da oferta, acompanhamento dos grupos, fluxos, registros, cobertura, articulação com os CRAS e monitoramento das metas; apoiar a organização territorial e o atendimento itinerante realizado pela Equipe Volante vinculada ao CRAS de referência; identificar necessidades das equipes e encaminhar demandas de estrutura, pessoal e qualificação. A Equipe Volante não constitui CRAS independente. |
| Coordenação do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) | Coordenação do SCFV no âmbito da Gerência de Proteção Social Básica, com atuação na gestão do serviço. | Subsidiar a gestão municipal do SCFV; apoiar o planejamento da oferta e a organização dos grupos e percursos; articular a coordenação com os CRAS e os Centros de Convivência; acompanhar registros, frequência, capacidade de atendimento e inclusão do público prioritário; orientar procedimentos e necessidades de qualificação das equipes; sistematizar informações para monitoramento e avaliação da oferta. A execução cotidiana das atividades permanece sob responsabilidade das equipes e unidades correspondentes. |
| Proteção Social Especial (PSE) | Gerência de Proteção Social Especial (PSE), no âmbito do órgão gestor, responsável pela condução e pelo acompanhamento da proteção social especial. A distribuição entre CREAS, serviços especializados e demais ofertas deve observar os atos municipais vigentes. | Atuar no órgão gestor na condução e no acompanhamento da Proteção Social Especial; gerenciar e acompanhar as ofertas sob sua responsabilidade; apoiar a organização e o funcionamento do CREAS e dos serviços especializados; acompanhar fluxos de atendimento, registros, encaminhamentos e articulação com o Sistema de Garantia de Direitos e a rede intersetorial; monitorar necessidades, capacidade de atendimento e continuidade das ofertas; promover orientações técnicas e encaminhar demandas de pessoal, estrutura e qualificação. As responsabilidades sobre média e alta complexidade e sobre cada serviço devem ser conferidas no regimento e nos atos específicos, sem presumir vinculações não formalizadas. |
| Gestão Financeira e Orçamentária | Gerência responsável pela Gestão Financeira e Orçamentária da Assistência Social, no âmbito do órgão gestor, incluindo a articulação com o Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS), conforme as competências e os atos municipais vigentes. | Planejar e acompanhar o orçamento da Política de Assistência Social, articulando o Plano Municipal de Assistência Social aos instrumentos de planejamento e orçamento público. Monitorar receitas, despesas, saldos, cofinanciamentos e execução dos recursos; organizar demonstrativos e informações para prestação de contas, transparência e controle social; subsidiar a gestão e o Conselho Municipal de Assistência Social no acompanhamento da aplicação dos recursos; acompanhar a execução financeira dos recursos vinculados ao Fundo Municipal de Assistência Social. Deve observar a LOAS, a NOB-SUAS/2012, as normas de financiamento e prestação de contas e a legislação orçamentária e financeira aplicável. A distribuição operacional deve respeitar os atos municipais e não pressupõe a existência de gerência autônoma. |
| Assessoramento à política de Assistência Social | Assessoria de Política de Assistência Social. | Prestar assessoramento técnico à direção em matérias da Política de Assistência Social, dentro das atribuições formalmente estabelecidas; apoiar a análise de questões institucionais e a articulação das áreas; subsidiar decisões da gestão. Não presumir que a assessoria seja, por si só, responsável por todas as funções de Gestão do SUAS. |
| Planejamento e apoio técnico | Assessoria Técnica e de Planejamento. | Apoiar a elaboração e sistematização de estudos, planos, metas e instrumentos de acompanhamento; organizar informações de planejamento; apoiar o monitoramento de ações e prazos; contribuir para relatórios e avaliações institucionais conforme as competências do regimento. A coordenação formal de cada instrumento deve ser confirmada nos atos municipais. |
| Organização operacional dos serviços | Núcleo dos Serviços de Assistência Social, vinculado à Gerência de Gestão dos Serviços de Assistência Social. | Executar as atividades operacionais e de acompanhamento que lhe forem formalmente atribuídas; apoiar a organização dos serviços, dos fluxos e das informações; colaborar com o acompanhamento da execução e com a articulação entre unidades. A relação específica de serviços e atribuições do Núcleo deve ser conferida no regimento interno ou em ato complementar. |
| Controle social da Assistência Social | Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), instância de controle social com competências próprias. | Exercer as competências de deliberação e controle social estabelecidas em legislação própria; acompanhar a política, os planos e os recursos; realizar reuniões e deliberações; dar publicidade a composição, calendário, atas e resoluções. O CMAS é instância de controle social, não setor executor dos serviços da SEMAS. O CMDCA deve ser apresentado separadamente, conforme sua legislação própria. |
GESTÃO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Direção, planejamento e acompanhamento da Política Municipal de Assistência Social em Rio Brilhante/MS.
Direção e comando único
Dirigir a SEMAS, orientar prioridades institucionais e assegurar a condução integrada da Política Municipal de Assistência Social no âmbito do SUAS.
Planejamento e monitoramento
Coordenar a elaboração, a implementação e o acompanhamento dos planos, programas, projetos, metas e ações da Secretaria, utilizando informações técnicas para subsidiar decisões.
Coordenação das gerências
Orientar e integrar a Gerência da Proteção Social Básica, a Gerência da Proteção Social Especial, a Gerência de Gestão do SUAS e a Gerência Financeira, respeitando suas atribuições e responsabilidades.
Gestão administrativa e normativa
Encaminhar e supervisionar providências administrativas de competência da Secretaria, observando a legislação, os atos municipais, os instrumentos de planejamento e as regras de execução orçamentária e financeira.
Articulação institucional
Representar a Secretaria nos espaços institucionais pertinentes e promover a articulação com outras políticas públicas, órgãos públicos, entidades socioassistenciais e demais atores da rede de proteção.
Responsabilidade pública e controle social
Assegurar transparência, prestação de informações e apoio ao funcionamento dos conselhos de assistência social, preservando suas competências deliberativas, normativas e fiscalizatórias.
Documentos da Gestão da Secretaria
Plano Municipal de Assistência Social
PMAS vigente e versões anteriores.
Contrato de Gestão
Instrumento, metas, compromissos e relatórios de acompanhamento.
MS Ativo
Documentos de planejamento, pactuação e acompanhamento relacionados ao MS Ativo.
Planejamentos e planos de trabalho
Planejamentos estratégicos, planos anuais, cronogramas e prioridades.
Relatórios e prestação de contas
Relatórios institucionais, resultados e documentos de acompanhamento.
Atos e documentos da gestão
Portarias, ofícios circulares, orientações e documentos institucionais.
GESTÃO DO SUAS
A Gestão do SUAS organiza, articula e acompanha o funcionamento do Sistema Único de Assistência Social no município. No órgão gestor da SEMAS, sua atuação integra planejamento, gestão da informação, desenvolvimento dos trabalhadores, educação permanente, monitoramento das ofertas e articulação entre as Gerências de Proteção Social Básica (PSB), Proteção Social Especial (PSE) e Gestão Financeira e Orçamentária. A Gestão do SUAS deve assegurar coerência entre diagnóstico socioterritorial, planejamento, execução, financiamento, monitoramento e avaliação, em conformidade com a LOAS, a PNAS/2004, a NOB-SUAS/2012 e os instrumentos municipais de gestão.
No âmbito desta área funcional estão articuladas a Vigilância Socioassistencial, a Educação Permanente, a Coordenação do Cadastro Único e a Gestão do Trabalho. Essas funções são complementares, mas não equivalentes: a Vigilância produz análises e informações territorializadas para orientar decisões; a Educação Permanente promove processos contínuos de aprendizagem relacionados às necessidades concretas da gestão e dos serviços; a Coordenação do Cadastro Único organiza e acompanha a gestão cadastral e sua articulação com os programas usuários; e a Gestão do Trabalho subsidia a organização e as condições de atuação das equipes.
Produtos e documentos da área
Planos de trabalho
Planos, cronogramas e instrumentos de organização da gestão.
Planos de ação
Planejamento de ações, metas, responsáveis e prazos.
Relatórios de gestão
Relatórios de execução, monitoramento e avaliação.
Protocolos e fluxos
Fluxos institucionais, procedimentos e orientações técnicas.
VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL
A Vigilância Socioassistencial é função estratégica da gestão do SUAS e integra a organização da gestão municipal. Sua finalidade é produzir, sistematizar, analisar e disseminar informações territorializadas sobre vulnerabilidades, riscos sociais, violações de direitos e oferta socioassistencial, relacionando as necessidades da população à capacidade de resposta da rede. Com fundamento na LOAS, na PNAS/2004 e na NOB-SUAS/2012, e em articulação com a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais e as Orientações Técnicas do CRAS/PAIF, subsidia o diagnóstico socioterritorial, o planejamento, a busca ativa, o monitoramento e a avaliação. Deve transformar dados em informação, informação em conhecimento e conhecimento em subsídios para decisões, preservando sigilo, finalidade pública e qualidade metodológica.
Diagnósticos socioterritoriais
Estudos por território, leitura de necessidades e análise de distribuição das ofertas.
Repositório TécnicoIndicadores e boletins
Indicadores com fonte, período de referência, metodologia e data de atualização.
Dados PúblicosMapas e territórios
Mapas de abrangência e referências territoriais validadas, sem expor dados pessoais.
TerritorializaçãoProdutos e documentos da área
Diagnósticos socioterritoriais
Diagnósticos municipais, territoriais e por área de abrangência.
Boletins e estudos
Boletins informativos, estudos e análises de indicadores.
Planos de trabalho e ação
Planejamento anual, metas, cronogramas e entregas da Vigilância.
Mapas e bases territoriais
Mapas, cartografia social e materiais territoriais sem dados pessoais.
EDUCAÇÃO PERMANENTE
A Educação Permanente no SUAS é um processo contínuo de aprendizagem, reflexão crítica e qualificação do trabalho, construído a partir das necessidades concretas da gestão, dos serviços e do controle social. Deve articular fundamentos legais, conhecimentos técnicos e experiências do cotidiano, por meio de diagnóstico de necessidades formativas, planejamento, capacitações, oficinas, supervisões, materiais de estudo e avaliação dos resultados. Tem como referências a Política Nacional de Educação Permanente do SUAS, a LOAS, a PNAS/2004 e a NOB-SUAS/2012. Distingue-se da Gestão do Trabalho: enquanto esta trata da organização e das condições da força de trabalho, a Educação Permanente promove processos de aprendizagem e desenvolvimento de competências.
Calendário formativo
Capacitações e atividades previstas, com público, datas, local e inscrição.
Materiais de estudo
Manuais, orientações técnicas, apresentações e referências oficiais.
Memória das formações
Programas, registros, materiais autorizados e avaliações públicas.
Produtos e documentos da área
Fluxogramas interativos REDE SUAS
Acesso aos fluxos de atendimento, encaminhamento e articulação da rede.
Plano de Educação Permanente
Plano anual, objetivos, eixos formativos e cronograma.
Calendário e programações
Programações de capacitações, oficinas e encontros.
Materiais de formação
Apresentações, cadernos, manuais e materiais de estudo.
Relatórios e avaliações
Relatórios de execução, listas públicas e avaliações consolidadas.
COORDENAÇÃO DO CADASTRO ÚNICO
No âmbito da Gestão do SUAS, a Coordenação do Cadastro Único organiza e acompanha a gestão municipal do Cadastro Único para Programas Sociais, em articulação com as equipes responsáveis pelo cadastramento e pela atualização cadastral e com as políticas públicas usuárias dessas informações. Suas atribuições incluem planejar e monitorar os processos de cadastramento, atualização e qualificação dos registros; orientar fluxos, rotinas e procedimentos de atendimento; acompanhar cobertura, pendências e qualidade cadastral; apoiar a organização das equipes e dos postos de atendimento; articular a gestão do Cadastro Único com o Programa Bolsa Família e outros programas; e produzir informações para busca ativa e planejamento territorial. Deve assegurar sigilo, finalidade pública, segurança e uso adequado dos dados pessoais. A gestão cadastral não substitui o acompanhamento familiar realizado pelo PAIF nem as atribuições específicas das equipes de atendimento.
Produtos e documentos da Coordenação
Plano de trabalho do Cadastro Único
Planejamento anual, metas, cronograma e responsáveis.
Planos de ação e busca ativa
Ações territoriais, qualificação cadastral e busca ativa.
Relatórios e monitoramento
Relatórios de gestão, cobertura, qualidade cadastral e resultados.
Protocolos e orientações
Fluxos de atendimento, procedimentos e materiais de orientação.
GESTÃO DO TRABALHO
A Gestão do Trabalho organiza e subsidia as condições necessárias à composição, valorização e atuação dos trabalhadores do SUAS. Abrange o levantamento de informações sobre equipes e vínculos, o planejamento da força de trabalho, a análise de perfis e necessidades profissionais, as condições éticas e técnicas, a organização dos processos de trabalho e a identificação de necessidades de apoio, supervisão e qualificação. Orienta-se pela LOAS, pela PNAS/2004, pela NOB-SUAS/2012 e pela NOB-RH/SUAS, em articulação com a gestão municipal de pessoas e com as áreas da SEMAS. É uma função distinta da Educação Permanente; sua distribuição operacional deve observar os atos municipais, sem presumir a existência de unidade autônoma.
Produtos e documentos da área
Plano de trabalho
Planejamento das atividades e prioridades da Gestão do Trabalho.
Diagnósticos da força de trabalho
Estudos consolidados sobre equipes, perfis e necessidades, sem dados pessoais.
Orientações e protocolos
Orientações técnicas e procedimentos de organização do trabalho.
Relatórios e monitoramento
Relatórios e instrumentos de acompanhamento da área.
GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
A Gestão Financeira e Orçamentária organiza o planejamento, o acompanhamento e a transparência dos recursos destinados à Política Municipal de Assistência Social. Compreende a articulação do PMAS com o PPA, a LDO e a LOA; o acompanhamento de receitas, despesas, saldos, cofinanciamentos e execução; a produção de demonstrativos e informações para prestação de contas; e o apoio ao controle social sobre a aplicação dos recursos, inclusive os vinculados ao Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS). Deve observar a LOAS, a NOB-SUAS/2012, as normas de financiamento do SUAS e a legislação orçamentária e financeira. A vinculação administrativa e a distribuição das tarefas devem corresponder aos atos municipais vigentes.
Produtos e documentos
Planejamento orçamentário
PPA, LDO, LOA e planejamento dos recursos do SUAS.
Plano de aplicação do FMAS
Plano de aplicação e programação dos recursos do Fundo Municipal de Assistência Social.
Execução financeira e saldos
Demonstrativos, saldos, receitas, despesas e cofinanciamento.
Prestação de contas e relatórios
Relatórios financeiros, prestações de contas e documentos de monitoramento.
Planos e documentos de financiamento
Planos de trabalho, pactuações e documentos de financiamento.
GERÊNCIA DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
A Gerência da Proteção Social Básica responde, no âmbito do órgão gestor da SEMAS, pela organização, orientação técnica e acompanhamento da oferta municipal de Proteção Social Básica. Suas funções incluem apoiar a organização e o funcionamento dos CRAS; acompanhar o planejamento e a execução do PAIF e dos demais serviços e ofertas da proteção básica; articular a leitura das necessidades territoriais com a capacidade de atendimento; orientar fluxos, registros e procedimentos; acompanhar metas, cobertura e resultados; identificar necessidades de equipe, estrutura e qualificação; e subsidiar o planejamento e a avaliação da política. A gerência atua na gestão e no acompanhamento das ofertas, sem substituir a responsabilidade das equipes pela execução cotidiana dos serviços.
Coordenação do SCFV: integra a Gerência da PSB e atua na gestão do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Compete-lhe apoiar o planejamento da oferta, a organização dos grupos e percursos, a articulação entre CRAS e Centros de Convivência, o acompanhamento de frequência, registros e público prioritário, a orientação de procedimentos e a sistematização de informações para monitoramento e avaliação. A execução das atividades com os usuários permanece a cargo das equipes e unidades responsáveis.
Produtos e documentos da área
Esta área reúne instrumentos de planejamento, orientação e acompanhamento relacionados à sua atuação. Os documentos publicados para consulta pública serão identificados por links oficiais.
Plano de ação da PSB
Metas, atividades, responsáveis e cronograma da Proteção Social Básica.
Planejamento PAIF e CRAS
Planos, orientações técnicas e instrumentos de organização da oferta.
Planejamento do SCFV
Planos, percursos, cronogramas e instrumentos de acompanhamento do SCFV.
Relatórios de monitoramento
Relatórios consolidados de cobertura, execução e resultados.
GERÊNCIA DA PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
A Gerência da Proteção Social Especial responde, no órgão gestor, pela organização, orientação técnica e acompanhamento das ofertas municipais de Proteção Social Especial, observadas as competências estabelecidas nos atos municipais. Suas funções incluem apoiar o funcionamento do CREAS e dos serviços especializados sob sua responsabilidade; acompanhar fluxos de atendimento, encaminhamentos, registros e continuidade das ofertas; articular a rede intersetorial e o Sistema de Garantia de Direitos; monitorar a capacidade de atendimento e as necessidades dos serviços; orientar procedimentos e identificar demandas de pessoal, estrutura e qualificação; e subsidiar o planejamento, o monitoramento e a avaliação da proteção especial. A distribuição de responsabilidades entre média e alta complexidade e entre serviços específicos deve seguir o regimento e os atos municipais vigentes.
Produtos e documentos da área
Esta área reúne instrumentos de planejamento, orientação e acompanhamento relacionados à sua atuação. Os documentos publicados para consulta pública serão identificados por links oficiais.
Plano de ação da PSE
Metas, atividades, responsáveis e cronograma da Proteção Social Especial.
Protocolos e fluxos especializados
Fluxos e orientações técnicas das ofertas e articulação em rede.
Planejamento dos serviços
Planos de trabalho e organização das ofertas sob responsabilidade da Gerência.
Relatórios de monitoramento
Relatórios consolidados de execução, capacidade e resultados.
PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
A Proteção Social Básica integra o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e tem por objetivo prevenir situações de risco social, fortalecer vínculos familiares e comunitários e ampliar o acesso a direitos. No órgão gestor da SEMAS, a área conta com a Gerência da Proteção Social Básica, responsável pela organização, orientação técnica e acompanhamento das ofertas municipais, e com a Coordenação do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), que atua na gestão desse serviço no âmbito da Gerência. O atendimento à população é realizado por meio dos CRAS e de ofertas organizadas em serviços, programas, projetos e orientações sobre benefícios socioassistenciais. Essas modalidades são complementares, mas não se confundem: serviços são ofertas continuadas; programas articulam ações com objetivos definidos; projetos correspondem a iniciativas específicas; e benefícios são provisões e transferências previstas em normas próprias.
Endereço do órgão gestor: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033, Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato SEMAS: 0800 100 2615.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 7h às 13h; às sextas-feiras, todas as unidades municipais da Assistência Social encerram o atendimento às 13h. Consultar contatos oficiais.
Unidades da PSB
CRAS e Centros de Convivência, com endereço, contatos e horário de funcionamento.
Consultar unidadesBenefícios eventuais
Provisões previstas na legislação municipal e orientações sobre acesso.
Consultar benefícios eventuaisUNIDADES DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
Centros de Referência de Assistência Social (CRAS)
O CRAS é uma unidade pública estatal de base territorial e a principal referência de acesso à Proteção Social Básica no SUAS. Sua oferta central é o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que organiza o trabalho social com famílias do território. A pessoa ou família pode procurar o CRAS para acolhida, orientação, informação, atendimento pontual e encaminhamentos; quando há necessidade de trabalho social continuado, a equipe avalia com a família a possibilidade de inserção no PAIF. Assim, a porta de entrada institucional é o CRAS, e o PAIF é a principal referência de trabalho social com famílias, não sendo todo atendimento pontual, por si só, acompanhamento familiar. O PAIF é desenvolvido por equipe de referência, com profissionais de nível superior, como assistentes sociais e psicólogos, conforme a composição da equipe e as normativas do SUAS. Cabe ainda ao CRAS articular a rede socioassistencial em seu território, promover acesso a direitos e prevenir agravamentos de vulnerabilidades e riscos, conforme a LOAS, a NOB-SUAS/2012 e as Orientações Técnicas do CRAS e do PAIF.
CRAS Celeste Chaves do Nascimento
Endereço: Rua Marechal Rondon, nº 357, bairro Nova Esperança, Rio Brilhante/MS.
Telefones: (67) 3113-1070 / (67) 97601-3012
Horário: De segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Abrangência territorial: Território I — área urbana de referência: Olímpico e Vila Fátima; Nova Esperança; Centro, Vila Maria, Jardim Novo Mundo e Vila Camargo; Celeste, Maçonaria, Nery Lima e Manoel das Neves; Progresso. Território IV — atendimento itinerante da Equipe Volante em localidades rurais, assentamentos, acampamentos e território indígena, incluindo Agrovila José Cazuza/Parque Industrial, Laranjeira Nhanderu, Sete Placas, MS-156 e assentamentos Triângulo, Bom Sucesso, Fortaleza, Fortuna, Getúlio Vargas, Lago Azul, Margarida Alves, São Judas, Taquara e Tereré.
Equipe Volante: atendimento itinerante vinculado a este CRAS.
CRAS Joaldo Moreira Simões
Endereço: Rua Expedicionário João M. S., 517, bairro Nova Rio Brilhante, Rio Brilhante/MS.
Telefones: (67) 3113-1068 / (67) 97601-3009
Horário: De segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Abrangência territorial: Território II — Antônia de Souza Barbosa; Planalto, Benedito Rondon e Rio Belo; Morada do Sol, Catulino Rodrigues, Cohab, Bosque da Bica e Manoel Barbosa; Nova Rio Brilhante, Pró-Moradia XIV e XV, Vale do Sol I e II e João Zardo; Progresso, Pôr do Sol, Pró-Moradia XI, Vila Trombini e Vila Churupita.
CRAS Manilde Barbosa Spence
Endereço: Rua Lourival Barbosa, s/n, distrito de Prudêncio Thomaz, Rio Brilhante/MS.
Telefones: (67) 3113-1071 / (67) 97601-3013
Horário: Todos os dias, das 7h às 12h.
Abrangência territorial: Território III — distrito de Prudêncio Thomaz, Assentamento Sílvio Rodrigues, Fazenda Belas Artes e localidades rurais como Paulicéia, Recanto, Sorriso, São José, Iganne, Mata Verde, Mariana e Sape Agro, além de outras localidades rurais de referência.
Centros de Convivência
Os Centros de Convivência são espaços de oferta de atividades coletivas vinculadas, quando organizadas como SCFV, ao Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, tipificado pela Resolução CNAS nº 109/2009. O SCFV é complementar ao trabalho social com famílias desenvolvido pelo PAIF e deve organizar grupos e percursos de acordo com os ciclos de vida, interesses, necessidades e características do território, contribuindo para a convivência familiar e comunitária, a participação e a prevenção de situações de risco social. Os Centros de Convivência não substituem o CRAS: a unidade de referência realiza a articulação com o PAIF e com a rede socioassistencial. A vinculação indicada em cada ficha identifica o CRAS de referência conforme a organização municipal.
Centro de Convivência Vila Olímpico
CRAS de referência: CRAS Celeste Chaves do Nascimento e CRAS Joaldo Moreira Simões.
Abrangência territorial: áreas de referência dos Territórios I e II, conforme organização municipal.
Endereço: Rua Marechal Rondon, nº 825, Rio Brilhante/MS.
Telefone: CRAS Celeste: (67) 3113-1070 / (67) 97601-3012; CRAS Joaldo: (67) 3113-1068 / (67) 97601-3009.
Horário: de segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Centro de Convivência da Agrovila José Cazuza
CRAS de referência: CRAS Celeste Chaves do Nascimento.
Abrangência territorial: Território IV, com referência à Agrovila José Cazuza/Parque Industrial e atendimento itinerante vinculado à Equipe Volante.
Endereço: Rua Costa e Silva, s/n, Parque Industrial.
Telefone: (67) 3113-1079; CRAS de referência — Celeste: (67) 3113-1070 / (67) 97601-3012.
Horário: de segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Centro de Convivência da Pessoa Idosa José Alves de Barros
CRAS de referência: CRAS Manilde Barbosa Spence.
Abrangência territorial: Território III, com referência ao distrito de Prudêncio Thomaz e localidades rurais vinculadas.
Endereço: Rua Caiuás, nº 232, bairro Morada do Sol, Rio Brilhante/MS.
Telefone: (67) 3113-1071 / (67) 97601-3013 (CRAS Manilde).
Horário: de segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Centro de Convivência de Prudêncio Thomaz
CRAS de referência: CRAS Manilde Barbosa Spence.
Abrangência territorial: Território III, distrito de Prudêncio Thomaz e localidades rurais vinculadas.
Endereço: para informações sobre o local de atendimento, entre em contato com o CRAS Manilde Barbosa Spence.
Telefone: (67) 3113-1071 / (67) 97601-3013 (CRAS Manilde).
Horário: Todos os dias, das 7h às 12h.
SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS
A oferta da Proteção Social Básica deve observar a LOAS, a Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004), a NOB-SUAS/2012, a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais (Resolução CNAS nº 109/2009) e as Orientações Técnicas do CRAS e do PAIF. Essas referências estabelecem parâmetros para a finalidade, os usuários, os objetivos, as aquisições e o trabalho social dos serviços. A tipificação nacional define a referência normativa, mas não comprova, por si só, que toda oferta esteja implantada ou seja executada no município; as informações de execução, locais, públicos e horários devem corresponder à oferta municipal efetiva.
PAIF — Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família
O PAIF é um serviço continuado, ofertado obrigatoriamente no CRAS, que apoia as famílias na prevenção de situações de risco, no fortalecimento dos vínculos e no acesso a direitos. O atendimento PAIF pode incluir acolhida, escuta, orientação, atendimento particularizado, oficinas com famílias, ações comunitárias e encaminhamentos. Já o acompanhamento PAIF é um processo planejado e continuado, construído com a família a partir de suas necessidades e objetivos, com intervenções ao longo do tempo e avaliação dos avanços. Nem todo atendimento pontual resulta em acompanhamento; essa definição depende da avaliação técnica e da concordância e participação da família. O trabalho social é realizado pela equipe de referência do CRAS, com atuação de profissionais de nível superior, como assistentes sociais e psicólogos, conforme a composição da equipe e as normativas aplicáveis. O PAIF busca fortalecer a função protetiva familiar, prevenir rupturas de vínculos e ampliar o acesso a direitos; não se resume à concessão de benefícios.
SCFV — Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos
Serviço realizado em grupos, organizado por percursos e de acordo com os ciclos de vida, para complementar o trabalho social com famílias realizado pelo PAIF. Promove encontros, participação, convivência familiar e comunitária, desenvolvimento de capacidades e prevenção de situações de risco social. A organização deve considerar os interesses e as necessidades dos usuários e do território, com atenção à inclusão do público prioritário previsto nas orientações nacionais. A oferta municipal ocorre nos locais e horários definidos pela SEMAS e pelas unidades de referência; a programação deve ser confirmada com o CRAS correspondente.
PROGRAMAS
Nos termos do art. 45 da Lei Municipal nº 2.045/2018 e do art. 24 da LOAS, os programas de assistência social compreendem ações integradas e complementares, com objetivos, tempo e área de abrangência definidos, destinadas a qualificar, incentivar e melhorar os benefícios e os serviços socioassistenciais. Diferenciam-se dos serviços continuados porque possuem objetivos e recortes de execução definidos; devem estar articulados à rede socioassistencial e às demais políticas públicas, com público, responsabilidades, critérios de participação e formas de acompanhamento claramente estabelecidos. A existência de uma iniciativa nacional não comprova, por si só, sua execução local; a ficha municipal deve informar somente as ações efetivamente desenvolvidas e os fluxos confirmados.
Programa BPC na Escola
Programa voltado à promoção do acesso e da permanência na escola de crianças e adolescentes com deficiência beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), por meio da identificação de barreiras e da articulação intersetorial. A execução local, os responsáveis e os fluxos de atendimento devem seguir a organização municipal vigente. Para informações sobre acesso, procure o CRAS de referência.
PROJETOS
Nos termos do art. 46 da Lei Municipal nº 2.045/2018, os projetos de enfrentamento à pobreza compreendem investimentos econômico-sociais dirigidos a grupos populares, com apoio financeiro e técnico a iniciativas que ampliem meios de subsistência, capacidade produtiva e de gestão, qualidade de vida e organização social. No site, a categoria também pode apresentar iniciativas municipais identificadas formalmente como projetos, desde que sua natureza, objetivo, público, órgão responsável, local de execução e forma de acesso estejam confirmados pela gestão. Projeto não deve ser apresentado automaticamente como serviço tipificado do SUAS.
Bombeiros do Amanhã
Vinculação territorial: projeto articulado aos três CRAS municipais — CRAS Celeste Chaves do Nascimento, CRAS Joaldo Moreira Simões e CRAS Manilde Barbosa Spence.
O público atendido, os objetivos, os locais de realização, os critérios de ingresso e o contato específico devem ser apresentados conforme informações oficiais do Município. A vinculação aos CRAS não transforma o projeto, por si só, em serviço tipificado do SUAS.
Contatos para orientação: CRAS Celeste (67) 3113-1070; CRAS Joaldo (67) 3113-1068; CRAS Manilde (67) 3113-1071.
BENEFÍCIOS EVENTUAIS
Os benefícios eventuais são provisões suplementares e temporárias da política de assistência social, destinadas a apoiar indivíduos e famílias diante de situações específicas de nascimento, morte, vulnerabilidade temporária ou calamidade pública. Em Rio Brilhante, sua base está nos arts. 31 a 43 da Lei Municipal nº 2.045/2018 e no art. 22 da LOAS. Conforme a situação e a regulamentação aplicável, podem ser concedidos em pecúnia, bens de consumo ou por meio de serviços. A avaliação deve considerar a necessidade apresentada e os critérios públicos vigentes, com dignidade, agilidade e sem exigência de contribuição ou contrapartida. A oferta deve estar articulada à rede socioassistencial: quando necessário, a pessoa ou família pode receber orientação, encaminhamentos ou atendimento no CRAS e em outros serviços. Essa articulação não significa que a concessão do benefício dependa automaticamente de ingresso ou permanência em acompanhamento PAIF. Benefício eventual e serviço socioassistencial têm naturezas distintas e podem atuar de forma complementar. Os critérios, prazos, documentos, modalidades e fluxos devem observar a regulamentação municipal e as deliberações do CMAS.
Como serviços e benefícios se relacionam: o serviço socioassistencial oferece trabalho social continuado, orientação e apoio; o benefício eventual responde a uma necessidade temporária prevista nas normas. O CRAS pode acolher a pessoa, orientar sobre direitos e avaliar necessidades, articulando os encaminhamentos pertinentes. Receber um benefício não significa automaticamente estar em acompanhamento PAIF, e o acesso ao benefício não deve ser condicionado a participação em serviço, salvo previsão normativa válida e aplicável.
Benefício por nascimento
Destina-se a apoiar a família diante de nascimento, conforme os arts. 35 e 36 da Lei Municipal nº 2.045/2018. A lei municipal prevê a possibilidade de concessão em pecúnia, bens de consumo ou ambas as formas, conforme a necessidade da requerente e a disponibilidade da administração. Pode ser requerido pela genitora residente no município e nas demais situações previstas no art. 36, incluindo hipóteses em que a família ou a genitora esteja impossibilitada de requerer diretamente ou seja atendida/acolhida em unidade de referência do SUAS. Os critérios operacionais, documentos e fluxo devem seguir a regulamentação municipal vigente.
Benefício por morte
Tem por finalidade reduzir vulnerabilidades provocadas pelo falecimento de membro da família e apoiar o enfrentamento das necessidades urgentes decorrentes da perda, nos termos dos arts. 35 e 37 da Lei Municipal nº 2.045/2018. A forma da provisão deve considerar a necessidade identificada no atendimento e observar os critérios, documentos e procedimentos municipais vigentes.
Vulnerabilidade temporária
Destina-se a indivíduos e famílias que vivenciam riscos, perdas ou danos à integridade pessoal e familiar em razão de contingências sociais, conforme os arts. 35, 38 e 39 da Lei Municipal nº 2.045/2018. A lei inclui situações como ausência de documentação, necessidade de mobilidade para acesso a serviços e benefícios, ruptura de vínculos, violência, reintegração familiar/comunitária e limitação de meios para atender necessidades básicas. A provisão é temporária e deve integrar-se às ofertas socioassistenciais, buscando fortalecer vínculos e favorecer o acesso a direitos; a avaliação e a modalidade concedida seguem a regulamentação municipal.
Calamidade pública
Provisão suplementar e provisória para garantir meios necessários à sobrevivência e apoiar a reconstrução da autonomia de indivíduos e famílias afetados por desastre ou calamidade pública, conforme os arts. 35, 40 e 41 da Lei Municipal nº 2.045/2018. A lei municipal prevê oferta em pecúnia ou bens de consumo, em caráter provisório e suplementar, com definição conforme a complexidade da situação. A concessão deve observar os procedimentos e fluxos editados pelo Poder Executivo e a articulação com as respostas públicas à emergência.
Como solicitar no CRAS: a pessoa ou família pode procurar o CRAS de referência para acolhida, orientação e avaliação social da situação, conforme os fluxos municipais. O atendimento pode resultar em orientações, encaminhamentos ou, quando indicado e conforme as atribuições e os procedimentos locais, avaliação para concessão de benefício eventual. O atendimento PAIF e o acompanhamento PAIF são distintos: o acompanhamento é continuado e planejado, enquanto a necessidade de benefício eventual deve ser analisada conforme a situação apresentada e os critérios municipais, sem presumir que toda solicitação exija acompanhamento PAIF. Conforme a organização municipal informada, a avaliação para concessão é realizada por profissional de nível superior da equipe de referência do CRAS, no âmbito do atendimento social e do PAIF, observando os critérios e fluxos municipais vigentes. Isso não significa que toda pessoa solicitante precise estar inserida em acompanhamento PAIF continuado. A Lei Municipal nº 2.045/2018 prevê que os critérios e prazos sejam estabelecidos conforme deliberação do CMAS (art. 35, parágrafo único) e que ato normativo do Poder Executivo disponha sobre procedimentos e fluxos (art. 42). A solicitação, avaliação, autorização e entrega devem seguir esses atos.
Base legal: Lei Municipal nº 2.045/2018, arts. 31 a 43; Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), art. 22. A concessão deve observar a regulamentação municipal e as deliberações do CMAS. Para informações sobre os procedimentos de solicitação, procure o CRAS de referência e consulte os atos municipais vigentes.
COMO ACESSAR A PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
A população pode procurar o CRAS de referência para obter informações, passar pela acolhida e receber orientação sobre os serviços, benefícios e encaminhamentos adequados à sua situação. Quando necessário, a equipe poderá orientar sobre outros serviços da rede de proteção social e políticas públicas.
Procure o CRAS de referência
Consulte a unidade responsável pelo território onde a família reside. Se não souber qual CRAS procurar, entre em contato com uma unidade para receber orientação.
Explique sua necessidade
A equipe realizará a acolhida e avaliará, conforme as características da situação apresentada, as orientações, os atendimentos e os encaminhamentos cabíveis.
Documentos e atendimento
Leve, preferencialmente, um documento oficial de identificação com foto. Outros documentos podem ser necessários conforme o atendimento; caso seja possível, confirme previamente com a unidade.
Atendimento nos territórios rurais
A Equipe Volante é vinculada ao CRAS Celeste Chaves do Nascimento e também realiza atendimento presencial na própria unidade, além dos atendimentos itinerantes. Informações sobre localidades, datas e formas de atendimento podem ser confirmadas por meio de contato com o CRAS Celeste.
PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
A Proteção Social Especial (PSE) integra o SUAS e atende famílias e indivíduos que vivenciam situações de risco pessoal e social por ameaça ou violação de direitos. Organiza-se em dois níveis: média complexidade, para situações que exigem atendimento especializado sem afastamento necessariamente dos vínculos familiares e comunitários; e alta complexidade, que oferece proteção integral quando há necessidade de acolhimento e afastamento do núcleo familiar ou comunitário, conforme avaliação e medidas cabíveis. A organização segue a LOAS e a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, aprovada pela Resolução CNAS nº 109/2009. No órgão gestor da SEMAS, a Gerência da Proteção Social Especial conduz e acompanha a organização das ofertas de média e alta complexidade, apoia as unidades e os serviços sob sua responsabilidade e articula fluxos, encaminhamentos e atuação com a rede. O contato institucional da Gerência é realizado pela SEMAS.
Endereço do órgão gestor: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033, Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato SEMAS: 0800 100 2615.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 7h às 13h; às sextas-feiras, todas as unidades municipais da Assistência Social encerram o atendimento às 13h. Consultar contatos oficiais.
Unidades da PSE
CREAS e CRAM na média complexidade; unidades de acolhimento institucional e repúblicas na alta complexidade, respeitando a natureza de cada oferta.
Consultar unidadesServiços de média complexidade
PAEFI, Serviço Especializado em Abordagem Social e Serviço de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto (LA e PSC), conforme a Tipificação Nacional.
Consultar serviçosServiços de alta complexidade
Incluem o acolhimento institucional de crianças e adolescentes nas Casas Lar 1 e 2 e o acolhimento em república para pessoas idosas. A divulgação respeita a privacidade e a segurança das pessoas acolhidas.
Consultar serviçosProgramas
Programas formalmente instituídos e executados no âmbito da proteção especial, quando confirmados.
Consultar programasProjetos
Iniciativas específicas vinculadas à proteção especial, divulgadas quando houver dados municipais validados.
Consultar projetosComo acessar a PSE
Orientações para procurar o CREAS ou o CRAM, receber acolhida e conhecer os encaminhamentos possíveis.
Como acessarBenefícios eventuais na PSE
Informações sobre avaliação técnica para vulnerabilidade temporária e aluguel social, conforme critérios e procedimentos municipais.
Consultar orientaçõesUNIDADES DA PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
As unidades da Proteção Social Especial são organizadas conforme os níveis de complexidade do SUAS. A média complexidade atende famílias e indivíduos que vivenciam ameaças ou violações de direitos e necessitam de acompanhamento especializado, sem que o acolhimento integral seja necessariamente requerido. A alta complexidade garante acolhimento e proteção integral quando há necessidade de afastamento do núcleo familiar ou comunitário. A abrangência das ofertas apresentadas nesta seção é municipal.
Unidades de média complexidade
O CREAS é a unidade pública estatal de referência para a oferta dos serviços especializados tipificados de média complexidade. O CRAM é uma oferta municipal especializada para mulheres em situação de violência, instituída por legislação local, mas não tipificada como serviço específico pela Resolução CNAS nº 109/2009.
CREAS — Centro de Referência Especializado de Assistência Social
Unidade pública estatal do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) que oferta trabalho social especializado a famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social por ameaça ou violação de direitos. Atua na proteção e defesa de direitos e no enfrentamento de situações como violência, negligência, abandono, exploração e outras violações. O atendimento pode envolver acolhida, escuta qualificada, orientação, acompanhamento especializado, encaminhamentos e articulação com a rede socioassistencial, demais políticas públicas e Sistema de Garantia de Direitos. Em Rio Brilhante, a oferta municipal informada inclui o PAEFI, o Serviço Especializado em Abordagem Social e o serviço de acompanhamento de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto — Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviços à Comunidade (PSC). Os atendimentos seguem avaliação técnica e fluxos de referência, respeitando a autonomia, a privacidade e o sigilo das pessoas atendidas.
Endereço: Rua Prefeito Theofanes, nº 790 — Bairro Centro, Rio Brilhante/MS
Telefone: (67) 3113-1069 / (67) 99956-6182
Horário de atendimento: Para informações sobre o horário, entre em contato com a unidade.
Abrangência: Municipal — Rio Brilhante/MS.
CRAM — Centro de Referência de Atendimento à Mulher
Oferta municipal especializada de acolhimento, orientação e atendimento a mulheres em situação de violência. A atuação deve considerar a vontade e a segurança da mulher, a confidencialidade das informações e a articulação com saúde, assistência social, segurança pública, justiça e demais serviços da rede. Conforme a organização municipal informada, atende e acompanha mulheres a partir de 14 anos em situação de violência no contexto doméstico. Situações envolvendo meninas menores de 14 anos devem ser referenciadas ao CREAS e à rede de proteção competente; outras formas de violência contra mulheres fora do contexto doméstico são encaminhadas ao CREAS conforme avaliação técnica e fluxo local. O CRAM não é um serviço tipificado como oferta específica pela Resolução CNAS nº 109/2009; sua organização local tem fundamento na legislação municipal e deve atuar articulada à rede.
Endereço: Rua Santana, nº 1140 — Centro, Rio Brilhante/MS
Telefone: (67) 99905-2114
Horário de funcionamento: De segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Abrangência: Municipal — Rio Brilhante/MS.
Base legal: Lei Municipal nº 2.431, de 16 de dezembro de 2025, que altera os arts. 3º e 4º da Lei Municipal nº 2.300/2023.
Unidades e ofertas de alta complexidade
A alta complexidade reúne serviços que asseguram acolhimento e proteção integral quando a pessoa precisa ser afastada temporariamente do convívio familiar ou comunitário. O acolhimento institucional deve funcionar de forma ininterrupta, 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados, conforme a natureza do serviço tipificado. Para preservar a segurança das pessoas acolhidas, não são divulgados endereços residenciais nem rotinas internas. O contato público para orientações é o da SEMAS.
Abrigos Institucionais — crianças e adolescentes
Rio Brilhante conta com duas unidades de acolhimento institucional para crianças e adolescentes, denominadas Casa Lar 1 e Casa Lar 2. A Casa-Lar é uma modalidade de acolhimento institucional em ambiente residencial, destinada a garantir proteção integral a crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por medida de proteção. O atendimento deve ser individualizado, respeitar a dignidade e a privacidade, preservar vínculos familiares e comunitários sempre que possível e observar os encaminhamentos e as determinações das autoridades competentes.
Funcionamento do serviço: Ininterrupto — 24 horas por dia, todos os dias, conforme a natureza do acolhimento institucional.
Contato institucional: SEMAS — 0800 100 2615
Abrangência: Municipal — Rio Brilhante/MS.
Repúblicas para pessoas idosas
Serviço de acolhimento de alta complexidade na modalidade de república para pessoas idosas de baixa renda, autorizado pela Lei Municipal nº 2.310/2023. Oferece proteção, apoio e moradia subsidiada em organização de autogestão ou cogestão, favorecendo autonomia, independência, convivência comunitária e participação social. O acesso deve seguir os critérios legais e o fluxo municipal, com avaliação técnica e encaminhamentos das equipes responsáveis.
Horário de atendimento institucional: De segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.
Contato: SEMAS — 0800 100 2615
Abrangência: Municipal — Rio Brilhante/MS.
O serviço não deve ser confundido automaticamente com Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI): a lei municipal descreve a república como moradia com autonomia, corresponsabilidade dos moradores e organização coletiva.
Base legal: Lei Municipal nº 2.310, de 19 de dezembro de 2023.
SERVIÇOS DA PSE DE MÉDIA COMPLEXIDADE
A Resolução CNAS nº 109/2009 — Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais — define nacionalmente a nomenclatura, a finalidade, o público e os objetivos dos serviços do SUAS. Nesta seção são apresentados os serviços tipificados que integram a oferta municipal informada e a oferta especializada do CRAM, identificada separadamente como não tipificada nacionalmente. As fichas completas das unidades CREAS e CRAM, com endereço, contato e funcionamento, estão na seção "Unidades da Proteção Social Especial".
PAEFI — Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos
Serviço de apoio, orientação e acompanhamento especializado a famílias e indivíduos que vivenciam situações de ameaça ou violação de direitos. Busca fortalecer a função protetiva da família, contribuir para o acesso a direitos e interromper padrões de violação, articulando a rede socioassistencial e o Sistema de Garantia de Direitos. Em Rio Brilhante, o PAEFI é ofertado no CREAS. O acompanhamento é especializado, continuado e construído conforme as necessidades de cada família ou indivíduo, com articulação da rede e do Sistema de Garantia de Direitos.
Referência: CREASServiço Especializado em Abordagem Social
Busca ativa e trabalho social nos espaços públicos para identificar pessoas e famílias em situação de rua ou que utilizam espaços públicos como moradia e/ou sobrevivência, construindo aproximação, escuta e encaminhamentos para a rede de proteção e demais políticas. O serviço realiza busca ativa e aproximação nos espaços públicos, escuta qualificada, identificação de necessidades e encaminhamentos para a rede. Para informações sobre o atendimento e os encaminhamentos, entre em contato com o CREAS.
Consultar contato do CREASServiço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviços à Comunidade (PSC)
Serviço de acompanhamento social de adolescentes a quem foi aplicada medida socioeducativa em meio aberto pelo sistema de justiça. A LA envolve acompanhamento, orientação e apoio ao adolescente; a PSC consiste na realização de atividades gratuitas de interesse geral, conforme determinação judicial e plano individual de atendimento. O trabalho deve promover responsabilização, acesso a direitos, convivência familiar e comunitária e articulação com educação, saúde, profissionalização e Sistema de Garantia de Direitos. A oferta é referenciada ao CREAS, conforme a organização municipal e as normas aplicáveis.
Referência: CREASCRAM — Centro de Referência de Atendimento à Mulher
Oferta municipal especializada de acolhimento, orientação e atendimento a mulheres em situação de violência. Conforme a organização municipal informada, atende e acompanha mulheres a partir de 14 anos em situação de violência no contexto doméstico, articulando-se com a rede de proteção e respeitando a segurança, a vontade e a confidencialidade das informações das mulheres atendidas. Situações envolvendo meninas menores de 14 anos e outras formas de violência devem seguir a avaliação técnica e os fluxos municipais de proteção.
Consultar a unidade, contato e horárioPROGRAMAS
Programas de assistência social são ações integradas e complementares com objetivos, tempo e área de abrangência definidos, destinadas a qualificar, incentivar ou aprimorar benefícios e serviços, conforme o art. 45 da Lei Municipal nº 2.045/2018 e a LOAS. Nesta seção devem ser divulgados apenas programas formalmente instituídos ou efetivamente executados pela gestão municipal no âmbito da Proteção Social Especial, com identificação do público, objetivos, órgão responsável, forma de acesso e base normativa.
As informações sobre programas da Proteção Social Especial devem distinguir iniciativas formalmente instituídas de serviços tipificados e projetos. Para orientações sobre ofertas especializadas, procure o CREAS ou a SEMAS pelos canais institucionais.
PROJETOS
Projetos são iniciativas específicas com objetivos, público, período ou plano de execução definidos. Quando houver projetos municipais vinculados à Proteção Social Especial, a ficha deve informar finalidade, público atendido, unidade ou órgão responsável, território, forma de acesso, período de execução e eventual parceria. A existência de uma ação ou atividade isolada não deve ser tratada automaticamente como projeto formal da PSE.
Os projetos vinculados à Proteção Social Especial devem ser divulgados nesta seção quando houver informações institucionais sobre finalidade, público, unidade responsável e forma de acesso. Para orientação sobre atendimento especializado, consulte a seção "Como acessar a Proteção Social Especial".
BENEFÍCIOS EVENTUAIS NO ÂMBITO DA PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
Benefícios eventuais são provisões suplementares e temporárias da Política de Assistência Social, destinadas a atender necessidades decorrentes de situações previstas na legislação e regulamentação municipal. No atendimento da PSE, a equipe pode identificar a necessidade e realizar avaliação por profissional de nível superior, conforme as competências e os fluxos locais. A concessão não é automática: depende da situação apresentada, dos critérios vigentes e dos procedimentos administrativos aplicáveis.
CREAS — vulnerabilidade temporária
Quando a situação de vulnerabilidade temporária indicar a necessidade de deslocamento para outro município, o CREAS poderá avaliar a concessão de benefício eventual na forma de passagem intermunicipal. A análise considera a finalidade do deslocamento, a situação concreta da pessoa ou família, as necessidades de proteção e os encaminhamentos pertinentes. Como os demais benefícios eventuais, a concessão depende de parecer técnico de profissional de nível superior, do atendimento aos critérios e procedimentos municipais, da finalidade do benefício e da disponibilidade orçamentária; não é automática.
CRAM — vulnerabilidade temporária
Quando uma mulher em situação de violência vivenciar vulnerabilidade temporária e necessitar de proteção habitacional, o CRAM poderá identificar a demanda e encaminhá-la para avaliação do benefício eventual de aluguel social. Trata-se de auxílio financeiro temporário destinado a contribuir com as despesas de moradia da família, e não de pagamento integral e garantido do valor do aluguel. A concessão depende de parecer técnico de profissional de nível superior, da análise da situação de risco e da necessidade de proteção, do atendimento aos critérios e procedimentos municipais, da finalidade do benefício e da disponibilidade orçamentária; não é automática.
COMO ACESSAR A PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
A pessoa ou família pode procurar o CREAS quando vivenciar ameaça ou violação de direitos e precisar de atendimento especializado. Mulheres em situação de violência podem procurar diretamente o CRAM, conforme a organização municipal. A equipe realiza acolhida, escuta qualificada e avaliação da situação para orientar o atendimento, os encaminhamentos e a articulação com outros serviços da rede, respeitando a vontade, a privacidade e a segurança das pessoas atendidas.
Procure o CREAS
O CREAS atende situações de risco pessoal e social por ameaça ou violação de direitos. Entre em contato com a unidade para orientação sobre acolhida, atendimento e encaminhamentos. Endereço: Rua Prefeito Theofanes, nº 790 — Bairro Centro, Rio Brilhante/MS. Telefone: (67) 3113-1069 / (67) 99956-6182. Para informações sobre o horário de atendimento, entre em contato com a unidade.
Ver informações do CREASProcure o CRAM
Mulheres em situação de violência podem buscar acolhimento e orientação no CRAM. O atendimento deve preservar a confidencialidade e considerar as necessidades e a segurança da mulher. Endereço: Rua Santana, nº 1140 — Centro, Rio Brilhante/MS. Telefone: (67) 99905-2114. Funcionamento: de segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Ver informações do CRAMAbrigos institucionais — crianças e adolescentes
O acolhimento institucional é uma medida protetiva, não um serviço de acesso direto por inscrição ou escolha da unidade. O encaminhamento ocorre por determinação judicial ou, em situação excepcional e urgente, por requisição do Conselho Tutelar, com comunicação à autoridade judiciária conforme a legislação. Em caso de preocupação com a proteção de uma criança ou adolescente, procure o Conselho Tutelar ou os órgãos competentes da rede de proteção. A SEMAS pode orientar sobre a rede municipal pelo telefone 0800 100 2615. Para preservar a segurança, não são divulgados endereços nem contatos diretos das Casas Lar.
Conhecer o serviço de acolhimentoRepúblicas para pessoas idosas
A pessoa idosa ou alguém que a acompanhe pode procurar o CRAS ou o CREAS para apresentar a situação e solicitar avaliação da equipe técnica. Conforme a Lei Municipal nº 2.310/2023, a inclusão segue os critérios e o fluxo municipal, com encaminhamento pelas equipes técnicas dos CRAS e CREAS. A possibilidade de ingresso depende de avaliação, critérios de acesso e disponibilidade, não sendo automática. Para orientação inicial, contate a SEMAS pelo telefone 0800 100 2615. Não procure diretamente os imóveis residenciais, cujos endereços não são divulgados por segurança e privacidade.
Conhecer o serviço de repúblicasEncaminhamentos pela rede
O acesso à PSE também pode ocorrer por encaminhamento de outros serviços socioassistenciais, políticas públicas ou órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, conforme o serviço e a situação. O encaminhamento não substitui a avaliação da equipe de referência e deve seguir os fluxos municipais aplicáveis.
CADASTRO ÚNICO
O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadastro Único ou CadÚnico) é o instrumento que identifica e caracteriza a situação socioeconômica das famílias de baixa renda que vivem no Brasil. Reúne informações sobre endereço, composição familiar, escolaridade, trabalho, renda, condições do domicílio e outras características relevantes. Essas informações apoiam o planejamento e a execução de políticas públicas e podem ser utilizadas na identificação e seleção de públicos para programas sociais, conforme as regras específicas de cada iniciativa.
O Cadastro Único não é, por si só, um benefício e a inscrição não garante ingresso automático em programas sociais. Cada programa possui critérios próprios de elegibilidade, seleção, concessão e permanência.
Endereço do órgão gestor: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033, Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato SEMAS: 0800 100 2615.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 7h às 13h; às sextas-feiras, todas as unidades municipais da Assistência Social encerram o atendimento às 13h. Consultar contatos oficiais.
Funções e objetivos do Cadastro Único
Identificar e caracterizar as famílias
Registrar, por meio de entrevista, informações sobre composição familiar, endereço, escolaridade, trabalho, renda, características do domicílio e outras condições relevantes para a caracterização socioeconômica.
Subsidiar políticas públicas
Oferecer informações para que os governos federal, estadual e municipal conheçam melhor a população de baixa renda, planejem ações e organizem programas e serviços de acordo com necessidades identificadas.
Apoiar a seleção de programas sociais
Permitir que programas que utilizam o Cadastro Único identifiquem possíveis públicos beneficiários, sempre segundo seus critérios, procedimentos e verificações próprios. A inscrição não assegura a concessão de benefício.
Manter informações confiáveis e atualizadas
Registrar a situação informada pela família e atualizar os dados quando houver alterações ou quando for necessário revisar o cadastro. A qualidade das informações depende da declaração completa e correta e dos procedimentos de gestão cadastral.
Proteger os dados pessoais
Utilizar as informações para as finalidades públicas autorizadas, respeitando o sigilo, a privacidade, as regras de acesso e os procedimentos de segurança. Dados cadastrais individualizados não devem ser divulgados em canais públicos.
UNIDADES DE ATENDIMENTO DO CADASTRO ÚNICO
Em Rio Brilhante, o atendimento cadastral é realizado no Posto do Cadastro Único na área urbana e por atendimento descentralizado com entrevistadora no CRAS Manilde Barbosa Spence, no distrito de Prudêncio Thomaz. A equipe municipal realiza entrevistas, registra as informações declaradas pelas famílias, inclui e atualiza dados no sistema conforme os procedimentos federais e orienta a população sobre o Cadastro Único. Para evitar deslocamentos desnecessários, confirme previamente os documentos exigidos e eventuais mudanças no atendimento.
Posto do Cadastro Único — área urbana
Endereço: Rua José Cândido Rocha, nº 807-B, bairro Catulino Rodrigues, Rio Brilhante/MS.
Telefone: (67) 3113-1078.
Horário de atendimento: de segunda a quinta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Atendimento: inscrição, atualização cadastral, entrevista e orientações sobre os procedimentos do Cadastro Único, conforme a organização municipal.
Atendimento no CRAS Manilde Barbosa Spence
Endereço: Rua Lourival Barbosa, s/n, distrito de Prudêncio Thomaz, Rio Brilhante/MS.
Telefone: (67) 3113-1071 / (67) 97601-3013.
Horário do atendimento do Cadastro Único: de segunda a quinta-feira, das 7h às 12h; sexta-feira, das 7h às 13h.
Atendimento: entrevista e serviços cadastrais realizados por entrevistadora no CRAS, conforme a organização local.
Competências federais e municipais
A gestão nacional do Cadastro Único é realizada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), por meio da Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único (SAGICAD), em articulação com os estados, o Distrito Federal e os municípios. No município, cabe à gestão organizar e executar os processos de cadastramento e manutenção dos registros conforme as orientações federais.
Governo Federal — gestão nacional e programas
Define as normas e os procedimentos nacionais do Cadastro Único, administra e mantém os sistemas federais, estabelece regras dos programas federais e realiza, por meio dos órgãos gestores responsáveis por cada programa, os processos de seleção, concessão, revisão, bloqueio, suspensão ou cancelamento de benefícios, conforme a legislação e as regras específicas. A decisão sobre ingresso ou permanência em benefício federal não é tomada exclusivamente pela equipe municipal de cadastramento.
Município — cadastramento e atendimento
Organiza os postos e as equipes, realiza entrevistas, registra e atualiza as informações declaradas pelas famílias, confere a documentação conforme os procedimentos aplicáveis, orienta sobre prazos e convocatórias, promove busca ativa e acompanha a qualidade e as pendências cadastrais. A equipe municipal deve registrar a situação informada pela família e cumprir os procedimentos oficiais; não pode garantir a inclusão em programa, selecionar livremente beneficiários nem cancelar por iniciativa própria benefícios federais fora dos procedimentos e das competências formalmente atribuídos.
CADASTRO ÚNICO E PROGRAMAS SOCIAIS
O Cadastro Único é utilizado como instrumento de identificação e seleção do público de diferentes políticas públicas. Para facilitar a consulta, as iniciativas estão organizadas entre programas federais, programas estaduais de Mato Grosso do Sul divulgados pela Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (SEAD) e outras políticas públicas que podem adotar o Cadastro Único como requisito ou critério de seleção. A inscrição no Cadastro Único, por si só, não assegura ingresso: cada programa possui regras próprias de elegibilidade, seleção, concessão e permanência.
Programas federais
A relação abaixo reúne programas e políticas federais que utilizam o Cadastro Único como requisito, referência de identificação ou instrumento de seleção do público, conforme as regras específicas de cada iniciativa. Os critérios de elegibilidade, a seleção, a concessão e a permanência são definidos pela legislação e pela regulamentação de cada programa e podem ser atualizados.
Transferência de renda e benefícios financeiros
Habitação e infraestrutura
Serviços sociais e acesso a direitos
- Carteira da Pessoa Idosa
- Isenção de taxas de inscrição em concursos públicos
- Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI)
- Facultativo de Baixa Renda
- Serviços socioassistenciais
- Identidade Jovem (ID Jovem)
- Internet Brasil
- Primeira Infância no SUAS
- Passe Livre
- CNH Social
Educação e permanência escolar
Inclusão produtiva e desenvolvimento rural
Segurança alimentar e nutricional
Saúde e bem-estar
Programas estaduais de Mato Grosso do Sul — SEAD
A relação abaixo reúne programas estaduais identificados no portal da SEAD/MS cujos critérios publicados incluem inscrição no Cadastro Único. Os requisitos completos, a seleção e a concessão são definidos pela regulamentação específica de cada programa e podem ser atualizados.
Programas estaduais — acesso oficial
Outras políticas públicas que podem utilizar o Cadastro Único
Além dos programas federais e estaduais listados, órgãos municipais e outras políticas públicas — inclusive nas áreas de habitação, educação, energia, segurança alimentar, inclusão produtiva e assistência social — podem utilizar o Cadastro Único para identificar ou selecionar o público atendido, quando houver previsão nas regras específicas da iniciativa.
Os critérios variam: em alguns programas, o Cadastro Único é requisito obrigatório; em outros, é uma das fontes de informação para seleção. Antes de solicitar um benefício, consulte o órgão responsável e o regulamento vigente para confirmar a exigência, os documentos, os prazos e os demais critérios.
CADASTRO ÚNICO E PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA
O Bolsa Família é um programa federal de transferência de renda destinado a famílias em situação de pobreza. Além de complementar a renda, busca ampliar o acesso a direitos de saúde, educação e assistência social. O ingresso, a permanência e o valor recebido dependem das regras federais e da análise do Governo Federal; estar inscrito no Cadastro Único não garante concessão automática. Bloqueio, suspensão e cancelamento podem decorrer de motivos diferentes — por exemplo, pendência cadastral, renda ou descumprimento de condicionalidades — e cada situação tem procedimento próprio de regularização, recurso ou revisão.
Quem pode ter perfil para o programa?
O critério básico de renda para ingresso é renda familiar mensal de até R$ 218,00 por pessoa. Para calcular, some a renda mensal considerada de todos os integrantes da família e divida pelo número de pessoas que compõem essa família. A família também precisa estar inscrita no Cadastro Único, com dados corretos e atualizados. O enquadramento no limite de renda não significa entrada automática: a seleção é federal e depende das regras e da disponibilidade orçamentária do programa.
Se a renda aumentar depois da entrada, a família deve informar a mudança no Cadastro Único. Conforme a situação e a data de ingresso na regra, pode haver aplicação da Regra de Proteção, que permite a continuidade temporária de parte do benefício. Consulte as regras oficiais de proteção.
Compromissos da família e atualização cadastral
Ao receber o benefício, a família se compromete a fornecer informações verdadeiras, manter o Cadastro Único atualizado — especialmente após mudanças de endereço, renda, trabalho ou composição familiar — e atender às convocações e orientações oficiais. Em regra, os dados devem ser atualizados no máximo a cada 24 meses, ou antes, sempre que houver mudança.
A família também deve colaborar para que crianças e adolescentes estejam matriculados e frequentem a escola, cumprir os acompanhamentos de saúde previstos para gestantes e crianças e comunicar às equipes as dificuldades que impeçam o cumprimento. O poder público também tem responsabilidades: ofertar os serviços, acompanhar as condicionalidades e identificar barreiras de acesso.
Condicionalidades de educação
Crianças de 4 a 6 anos incompletos devem ter frequência escolar mínima mensal de 60%. Para beneficiários de 6 a 18 anos incompletos que ainda não concluíram a educação básica, a frequência mínima é de 75%. A família deve manter a matrícula, acompanhar a frequência e informar à escola os motivos das faltas, além de avisar a gestão do Cadastro Único quando houver mudança de escola.
Condicionalidades de saúde
Gestantes devem realizar o pré-natal conforme as orientações dos serviços de saúde. Crianças menores de 7 anos devem cumprir o calendário nacional de vacinação e realizar o acompanhamento do estado nutricional, incluindo peso e altura, conforme as orientações da equipe de saúde. Ao procurar a unidade de saúde, informe que a família recebe o Bolsa Família e apresente NIS ou CPF quando solicitado para o registro do acompanhamento.
O que acontece se as condicionalidades não forem cumpridas?
O descumprimento pode gerar efeitos graduais no benefício, conforme as regras e o histórico da família: alerta ou advertência, bloqueio temporário, suspensão e, em situações persistentes e nas condições previstas nas normas, cancelamento. Esses efeitos não devem ser confundidos com punição automática: é importante verificar se houve falha de registro, dificuldade de acesso ou situação de vulnerabilidade.
Ao receber uma mensagem de descumprimento, procure o setor municipal responsável pelo Bolsa Família ou o CRAS para entender o motivo, apresentar justificativa e solicitar acompanhamento ou recurso dentro do prazo informado. Se houver barreira de acesso à escola ou à saúde, comunique-a à equipe responsável.
Informações falsas ou omitidas no Cadastro Único
Declarar deliberadamente renda menor, omitir integrante da família, incluir pessoa que não mora no domicílio ou informar outros dados falsos para obter ou manter benefício pode levar à averiguação, convocação para atualização, bloqueio ou cancelamento e, quando cabível, à cobrança de valores recebidos indevidamente e à responsabilização administrativa, civil ou criminal. As consequências dependem dos fatos apurados; divergência cadastral, por si só, não comprova fraude.
Possível enquadramento criminal: o art. 299 do Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940) trata da falsidade ideológica — omitir declaração que deveria constar de documento ou inserir/fazer inserir declaração falsa, com a finalidade prevista no artigo, para alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. Conforme as circunstâncias e a comprovação dos elementos do crime, também pode ser analisado o art. 171 (estelionato), quando há obtenção de vantagem ilícita em prejuízo alheio mediante fraude. O enquadramento não é automático: cabe às autoridades competentes apurar os fatos e avaliar a legislação aplicável.
Se a família perceber um erro, deve procurar o Cadastro Único para corrigir as informações o quanto antes. A orientação é declarar a situação real, inclusive renda de trabalho formal, informal ou eventual, conforme as perguntas e regras do cadastro.
Consultar o Código Penal no Portal da Legislação — Planalto.
Quando e como comunicar uma suspeita de irregularidade?
É apropriado comunicar uma suspeita quando houver fatos concretos ou indícios verificáveis de informação falsa ou uso irregular do benefício. Exemplos de situações que podem justificar um relato, para análise dos órgãos competentes:
- indícios concretos de que foram omitidos deliberadamente integrantes da família que moram no mesmo domicílio, ou de que pessoas que não compõem a família foram incluídas para alterar a renda por pessoa;
- informações aparentemente falsas ou omitidas sobre renda, trabalho, endereço ou composição familiar, quando houver elementos verificáveis que indiquem possível declaração intencionalmente incorreta;
- indícios de que um cadastro unipessoal foi declarado como se a pessoa morasse sozinha, embora existam elementos concretos de que ela compartilha o domicílio e compõe a mesma família, conforme os critérios do Cadastro Único;
- possível falsificação ou uso indevido de documentos, identidade ou informações de outra pessoa para realizar ou alterar cadastro;
- indícios de cobrança indevida por inscrição ou atualização, que são serviços gratuitos, ou de que alguém esteja exigindo parte do benefício para realizar procedimentos.
Esses exemplos não comprovam, por si só, fraude ou irregularidade. Mudanças de renda, emprego, endereço ou composição familiar podem ocorrer legitimamente e devem ser informadas na atualização cadastral. Não denuncie com base apenas em boatos, conflitos pessoais, aparência, compras ou suposições sobre o padrão de vida. A análise cabe aos órgãos competentes, não a quem faz o relato.
Use o Disque Social 121 para obter orientação e consulte o Fala.BR — plataforma oficial de ouvidoria para registrar denúncia ao órgão competente. O MDS também orienta sobre denúncias de possíveis irregularidades no Cadastro Único em suas perguntas frequentes oficiais. Relate apenas o que sabe, indicando fatos, período e elementos verificáveis, se disponíveis. Não confronte a família nem publique acusações em redes sociais. Proteja dados pessoais e não divulgue NIS, CPF, endereço ou informações de crianças.
Quem pode bloquear, suspender ou cancelar o benefício?
As medidas dependem do motivo e seguem regras federais. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) define as normas e coordena o Programa Bolsa Família; a gestão federal realiza os procedimentos de seleção e gestão de benefícios nos sistemas do programa, e a Caixa atua como agente pagador. No município, a gestão responsável pelo Bolsa Família e pelo Cadastro Único executa procedimentos operacionais autorizados, orienta as famílias, registra informações e encaminha pendências — não pode conceder livremente o benefício nem cancelar por decisão arbitrária.
Quando há pendência ou inconsistência cadastral: a família pode ser convocada para atualizar ou esclarecer dados. Se não regularizar no prazo definido, o benefício pode ser bloqueado e posteriormente cancelado, conforme a ação de qualificação cadastral e as regras vigentes. A gestão municipal do Cadastro Único realiza o atendimento e os procedimentos de sua competência, enquanto a gestão do Bolsa Família acompanha as repercussões e os encaminhamentos.
Quando há descumprimento de condicionalidades: podem ocorrer, de forma gradual, alerta/advertência, bloqueio, suspensão e, em situações persistentes previstas nas normas, cancelamento. As redes de educação e saúde registram o acompanhamento; a gestão municipal do Bolsa Família acompanha os efeitos, analisa recursos e articula o atendimento socioassistencial. O cancelamento não deve ser tratado como decisão isolada de um entrevistador ou de uma equipe do CRAS.
Em caso de suspeita de fraude ou renda incompatível: o caso deve ser encaminhado pelos canais oficiais para apuração. Divergência ou denúncia não equivale, por si só, a fraude comprovada. A família deve receber convocação e oportunidade de prestar esclarecimentos, conforme o procedimento aplicável. Para saber o motivo de bloqueio, suspensão ou cancelamento, consulte a mensagem oficial e procure a gestão municipal do Bolsa Família/Cadastro Único.
Bolsa Família como porta de entrada e caminhos para autonomia
O Bolsa Família é parte da proteção social e pode funcionar como porta de entrada para o acesso a direitos, serviços e oportunidades. A superação da pobreza, porém, não se resume ao recebimento do benefício nem pode ser atribuída exclusivamente à família. A saída sustentável da situação de vulnerabilidade deve ser apoiada pela articulação entre assistência social, educação, saúde, qualificação profissional, políticas de trabalho e renda, inclusão produtiva e demais políticas públicas.
A família pode buscar, conforme sua necessidade e disponibilidade local, acompanhamento pelo PAIF/CRAS, retorno ou permanência na escola, educação de jovens e adultos, cursos de qualificação, intermediação de mão de obra e iniciativas de geração de renda. Conseguir emprego ou aumentar a renda não significa necessariamente perda imediata do benefício: devem ser verificadas a Regra de Proteção e as regras federais aplicáveis ao caso. O objetivo é promover autonomia com segurança e sem interromper indevidamente a proteção social.
Consulta do benefício e canais oficiais
Para consultar situação, mensagens, calendário e pagamento, utilize os canais oficiais do Governo Federal e da Caixa. O Disque Social 121 presta informações sobre o Bolsa Família e o Cadastro Único; o atendimento humano funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e o atendimento eletrônico está disponível 24 horas. Para orientações locais sobre cadastro e encaminhamentos, procure o Posto do Cadastro Único ou a rede socioassistencial municipal.
Fontes oficiais: regras do Bolsa Família; condicionalidades; Disque Social 121.
CADASTRO ÚNICO E BENEFÍCIO SOCIOASSISTENCIAL
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um benefício da política de assistência social que garante o pagamento mensal de um salário mínimo à pessoa idosa com 65 anos ou mais ou à pessoa com deficiência de qualquer idade que atenda aos critérios legais. O BPC não é aposentadoria, não exige contribuição prévia ao INSS, não paga 13º salário e não gera pensão por morte.
Quem pode ter direito ao BPC?
Podem requerer o benefício:
- pessoa idosa com 65 anos ou mais; ou
- pessoa com deficiência de qualquer idade, com impedimento de longo prazo que, em interação com barreiras, possa restringir sua participação plena e efetiva na sociedade. A deficiência é avaliada conforme os procedimentos do INSS.
Em ambos os casos, é necessário atender ao critério socioeconômico e aos demais requisitos legais. A análise considera o grupo familiar e as rendas conforme as regras específicas do BPC; nem todas as pessoas que moram no mesmo endereço integram automaticamente o grupo familiar usado nesse cálculo.
Qual é o limite de renda por pessoa?
O critério básico de renda é renda familiar mensal por pessoa igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo vigente. Para calcular, somam-se os rendimentos que devem ser considerados segundo as regras do BPC e divide-se o total pelo número de integrantes do grupo familiar definido na legislação. Há regras específicas sobre quais pessoas e rendimentos entram no cálculo; por isso, o resultado do Cadastro Único, isoladamente, não substitui a análise do INSS.
O atendimento municipal pode orientar sobre a composição familiar e o registro cadastral, mas não decide se a pessoa atende aos critérios para concessão do BPC.
Cadastro Único: requisito obrigatório
O requerente e os integrantes do grupo familiar devem estar inscritos no Cadastro Único, com CPF informado para todos e dados atualizados. A atualização deve ocorrer, no máximo, a cada 24 meses e sempre que houver mudança de endereço, renda, trabalho ou composição familiar. O cumprimento dessas exigências cadastrais é necessário, mas não garante a concessão do benefício.
Quando houver convocação para regularização, observe o prazo informado e procure o Posto do Cadastro Único. A falta de regularização pode gerar consequências para a manutenção do benefício, conforme as regras federais e o procedimento aplicável.
Como solicitar o BPC?
O pedido é feito gratuitamente pelos canais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): telefone 135, site ou aplicativo Meu INSS, ou em uma Agência da Previdência Social. Não é necessário pagar intermediários. O requerimento pode exigir identificação, conferência de biometria e, no caso de pessoa com deficiência, avaliação conforme os procedimentos oficiais.
O CRAS e a equipe municipal do Cadastro Único podem orientar sobre inscrição, atualização cadastral e acesso às informações, mas não concedem o BPC nem substituem a análise do INSS.
Quem analisa, concede ou revisa o benefício?
A análise do requerimento, a concessão, a manutenção, a revisão e as decisões sobre suspensão ou cessação do BPC são realizadas no âmbito federal pelo INSS, conforme a legislação e os procedimentos aplicáveis. A gestão municipal do Cadastro Único é responsável pelo atendimento cadastral e pela atualização das informações dentro de suas atribuições; não decide sobre a concessão ou o cancelamento do BPC.
Se houver notificação sobre revisão, renda, avaliação ou atualização cadastral, leia a comunicação oficial, observe os prazos e utilize os canais indicados para apresentar documentos, esclarecer informações ou solicitar revisão, quando cabível.
Orientação e canais oficiais
Para cadastramento ou atualização, procure uma unidade municipal do Cadastro Único. Para requerer o BPC, consultar o andamento do pedido ou obter informações sobre avaliação, pagamento, revisão ou recurso, utilize o Meu INSS ou o telefone 135.
Fontes oficiais: BPC — Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome · Como calcular a renda por pessoa · Meu INSS.
COMO ACESSAR O CADASTRO ÚNICO
O acesso ao Cadastro Único em Rio Brilhante ocorre por atendimento presencial, com entrevista realizada pela equipe municipal e registro das informações declaradas pela família. A pessoa responsável pela família deve procurar uma das unidades de atendimento indicadas abaixo para receber orientação sobre inscrição, atualização cadastral e demais procedimentos.
Documentos para fazer o Cadastro Único
Da pessoa responsável pela família: CPF, preferencialmente, ou Título de Eleitor; documento de identificação com foto; e comprovante de endereço. Se não tiver comprovante de endereço, pode apresentar declaração de residência assinada pela pessoa responsável pela família.
De cada integrante da família: CPF, preferencialmente, ou um dos seguintes documentos: Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, RG, Carteira de Trabalho ou Título de Eleitor. Leve os documentos de todos os moradores que compõem a família.
Se houver representante legal: apresentar também CPF e documento que comprove a representação legal, como guarda, tutela ou curatela, além dos documentos da pessoa representada.
Documentos para atualizar o Cadastro Único
Leve os documentos de identificação da pessoa responsável pela família e dos demais integrantes, conforme a lista de inscrição, além de comprovante de endereço ou declaração de residência quando aplicável.
Se houve mudança, leve também os documentos ou informações que ajudem a confirmar a alteração, como novo endereço, mudança na composição familiar, renda, trabalho, escola ou outras informações cadastrais. A equipe poderá orientar sobre documentos específicos conforme o motivo da atualização.
Quando procurar atendimento
Procure a equipe para fazer a inscrição; informar mudanças na composição familiar, endereço, renda, trabalho ou outros dados; ou atender convocação para atualização ou averiguação cadastral. Mesmo sem alterações, observe os prazos e as orientações recebidas pelos canais oficiais.
Prepare-se para a entrevista
Forneça informações completas e verdadeiras sobre todas as pessoas que compõem a família e sobre a situação do domicílio. Se possível, leve também comprovante de matrícula escolar de crianças e adolescentes ou os nomes das escolas frequentadas. O atendimento é gratuito.
Orientação municipal
Para informações sobre inscrição, atualização cadastral e procedimentos do Cadastro Único, entre em contato com o Posto do Cadastro Único pelo telefone (67) 3113-1078.
Consulta e proteção de dados
Utilize os canais oficiais para consultar informações cadastrais e a situação de benefícios. Não publique NIS, CPF, documentos, comprovantes de renda ou informações familiares em redes sociais ou comentários públicos. Compartilhe dados pessoais somente em canais oficiais e para a finalidade do atendimento.
As informações integradas podem apontar divergências e subsidiar procedimentos de qualificação ou averiguação cadastral. Se houver dado incorreto, deve procurar o Posto do Cadastro Único para solicitar orientação e correção.
A equipe municipal realiza o cadastramento, a atualização e as orientações dentro de suas atribuições. A seleção, a concessão, o bloqueio, a suspensão ou o cancelamento do Bolsa Família seguem as regras e os procedimentos do programa federal, cabendo às instâncias responsáveis adotar as decisões correspondentes. O atendimento cadastral é gratuito e a inscrição ou atualização no Cadastro Único não garante ingresso automático em programas sociais. Saiba mais sobre o novo Cadastro Único · Integração com CPF e CNIS — Instrução Normativa SAGICAD/MDS nº 2/2025 · Normas sobre integração de sistemas.
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL — CMAS
Conheça o Conselho responsável pela deliberação e pelo controle social da Política Municipal de Assistência Social em Rio Brilhante/MS: sua finalidade, composição, competências, limites de atuação e formas de participação da população.
Conselho Municipal de Assistência Social — CMAS
O Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) é uma instância colegiada, permanente e deliberativa do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), vinculada à estrutura da Secretaria Municipal de Assistência Social. Sua função é exercer o controle social da Política Municipal de Assistência Social: acompanhar, deliberar, avaliar e fiscalizar a política e a aplicação dos recursos públicos, com participação do governo e da sociedade civil.
Por que o CMAS existe?
A assistência social é um direito de quem dela necessitar e uma política pública que deve ser organizada com participação social, transparência e responsabilidade na utilização dos recursos. O CMAS existe para que as decisões sobre essa política não fiquem restritas à administração pública: governo e sociedade civil participam das deliberações, acompanham a execução e verificam se os serviços, programas, projetos e benefícios respondem às necessidades da população.
Qual é sua finalidade?
- Garantir a participação da sociedade na formulação e no controle da Política Municipal de Assistência Social.
- Deliberar sobre matérias de sua competência e acompanhar a execução das decisões e prioridades da política.
- Promover transparência na gestão, no orçamento e na utilização dos recursos destinados à assistência social.
- Contribuir para a qualidade, a continuidade e a adequação da rede socioassistencial às necessidades da população.
- Fortalecer os direitos socioassistenciais e a efetivação do SUAS no município.
Quem compõe o Conselho?
Conforme o art. 19 da Lei Municipal nº 2.045/2018, o CMAS possui oito membros titulares e respectivos suplentes: quatro representantes governamentais e quatro representantes da sociedade civil. A representação da sociedade civil contempla usuários ou organizações de usuários, entidades e organizações de assistência social e trabalhadores do setor, conforme as regras aplicáveis. Os membros são nomeados pelo prefeito para mandato de dois anos, permitida uma recondução por igual período. A presidência e a vice-presidência devem observar a alternância entre governo e sociedade civil a cada mandato.
O que o CMAS faz? Principais competências e responsabilidades
O art. 23 da Lei Municipal nº 2.045/2018 estabelece as competências do Conselho. Para facilitar a compreensão, elas estão agrupadas por assunto abaixo; o agrupamento não substitui a leitura da lei.
- Política, planejamento e prioridades: aprovar a Política Municipal de Assistência Social, o Plano Municipal de Assistência Social e o plano de capacitação elaborado pelo órgão gestor; deliberar sobre prioridades e metas do SUAS; acompanhar o cumprimento das metas dos pactos de aprimoramento da gestão.
- Orçamento, financiamento e prestação de contas: apreciar e aprovar a proposta orçamentária da assistência social; participar do acompanhamento do PPA, da LDO e da LOA no que se refere à política; acompanhar e fiscalizar os recursos do Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS), inclusive recursos próprios e cofinanciamentos; avaliar e emitir parecer sobre prestações de contas; fiscalizar a aplicação dos recursos do IGD-PBF e do IGD-SUAS e deliberar sobre a aplicação dos recursos destinados ao apoio técnico e operacional do Conselho.
- Serviços, programas, projetos e benefícios: acompanhar, avaliar e fiscalizar a gestão dos recursos, os ganhos sociais e o desempenho das ofertas socioassistenciais; aprovar o aceite da expansão de serviços, programas e projetos objeto de cofinanciamento; estabelecer critérios e prazos para concessão de benefícios eventuais, nos termos da legislação aplicável.
- Entidades e organizações de assistência social: realizar a inscrição das entidades e organizações de assistência social; fundamentar notificações de indeferimento; fiscalizar as entidades inscritas, conforme as normas vigentes.
- Normas, decisões e transparência: elaborar, aprovar e publicar seu Regimento Interno; normatizar ações e regular a prestação de serviços de assistência social no âmbito local, dentro de sua competência; emitir resoluções, registrar reuniões em atas e divulgar suas decisões, pareceres e deliberações orçamentárias e financeiras.
- Conferências e participação popular: convocar as Conferências Municipais de Assistência Social e acompanhar suas deliberações; zelar pela participação da população na formulação e no controle da política; incentivar o protagonismo dos usuários e a transparência das atividades.
- Informações, acompanhamento e articulação: apreciar informações da SEMAS e das unidades públicas e privadas inseridas em sistemas oficiais; alimentar os sistemas de informação relativos aos conselhos; receber, apurar e encaminhar denúncias; articular-se com outros conselhos de políticas públicas e de direitos; instituir comissões e convidar especialistas quando necessário.
O que o CMAS não faz?
- Não substitui a SEMAS: a Secretaria é o órgão gestor que organiza e executa a política e administra os serviços; o Conselho delibera, acompanha e exerce controle social dentro de suas competências.
- Não substitui CRAS e CREAS: não realiza o atendimento técnico individual, o acompanhamento familiar, a abordagem social ou os demais atendimentos próprios das equipes dos serviços.
- Não concede diretamente benefícios individuais: não decide, por exemplo, a concessão de Bolsa Família ou BPC a uma pessoa. Pode exercer controle social sobre a gestão dos programas e recursos dentro de sua competência, mas a análise e a concessão seguem os procedimentos e autoridades responsáveis previstos nas normas próprias.
- Não atua como órgão judicial ou policial: não condena pessoas, não aplica penas criminais e não substitui Ministério Público, Defensoria Pública, Judiciário ou órgãos de segurança.
- Não pode agir fora da lei: suas resoluções e decisões devem respeitar a legislação federal e municipal, o SUAS, o Regimento Interno e as competências de outros órgãos.
O que o Conselho pode e deve fazer?
- Analisar documentos, planos, relatórios, informações e prestações de contas relacionados à política de assistência social.
- Solicitar esclarecimentos e informações necessários ao exercício de suas atribuições, observadas as regras aplicáveis e a proteção de dados pessoais.
- Debater matérias em reuniões, deliberar colegiadamente e formalizar decisões em atas e resoluções.
- Fiscalizar a aplicação dos recursos e a prestação dos serviços socioassistenciais dentro de sua competência.
- Receber denúncias relacionadas à política municipal de assistência social, apurá-las no âmbito de suas atribuições e dar o devido encaminhamento.
- Dar publicidade às pautas, reuniões e decisões, respeitando sigilo legal, privacidade e proteção de dados pessoais quando aplicáveis.
Como funciona?
Nos termos do art. 20, o Conselho reúne-se ordinariamente uma vez por mês e, extraordinariamente, sempre que necessário. As reuniões são abertas ao público, com pauta e datas previamente divulgadas, e seguem o Regimento Interno. A participação dos conselheiros não é remunerada, conforme o art. 21. O planejamento do Conselho deve assegurar efetividade e transparência e orientar o apoio financeiro e técnico necessário ao exercício de suas funções, conforme o art. 24.
Como a população pode participar?
- Acompanhar a divulgação das reuniões, suas pautas, atas, resoluções e demais documentos públicos.
- Participar das reuniões abertas ao público e acompanhar as discussões, respeitadas as regras de organização e manifestação previstas no Regimento Interno.
- Participar das Conferências Municipais de Assistência Social e dos fóruns de discussão da sociedade civil.
- Apresentar sugestões, questionamentos ou denúncias relacionadas à política de assistência social pelos canais institucionais disponíveis, descrevendo os fatos com clareza e evitando divulgar dados pessoais sensíveis em espaços públicos.
Referências legais: Lei Municipal nº 2.045/2018, arts. 19 a 24; Lei Federal nº 8.742/1993 (LOAS), especialmente arts. 16 e 30; Resolução CNAS/MDS nº 100/2023; NOB-SUAS/2012; Regimento Interno e demais atos municipais vigentes.
Endereço: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033 — Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato: 0800 100 2615.
Horário de funcionamento informado: segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.
Relação de entidades
A relação de organizações e suas páginas individuais está disponível na nova aba Entidades, organizada por Conselho. A inscrição vigente e as ofertas reconhecidas devem ser verificadas nos registros e atos oficiais de cada Conselho.
Documentos do Conselho Municipal de Assistência Social — CMAS
Consulte as categorias de documentos oficiais deste órgão. Os arquivos serão acessíveis por links institucionais publicados nesta página.
📄 Atas
Atas de reuniões ordinárias e extraordinárias
📄 Resoluções
Resoluções deliberadas e publicadas
📄 Leis
Legislação municipal relacionada
📄 Decretos
Decretos e atos regulamentares
CONSELHOS RELACIONADOS E OUTRAS INSTÂNCIAS DE PARTICIPAÇÃO
Consulte os conselhos municipais e as instâncias relacionadas às políticas públicas de Rio Brilhante/MS. Selecione o cartão correspondente para acessar os documentos do CMAS ou abrir as informações, competências e documentos de cada instância. A CAISAN é uma câmara intersetorial governamental, não um conselho de controle social.
Conselho Municipal de Assistência Social — CMAS
Conselho responsável pela deliberação e pelo controle social da Política Municipal de Assistência Social e do SUAS.
Base legal informada: Lei Municipal nº 2.045/2018.Acessar documentos do CMAS ↗CMDCA
Delibera e acompanha a política de promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, conforme suas competências legais.
Base legal informada: Lei Municipal nº 1.106/1999 e alterações.Acessar informações e documentos ↗Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa
Instância colegiada de participação e controle social voltada à deliberação e à defesa dos direitos da pessoa idosa.
Referência legal indicada: Lei Municipal nº 1.681/2011. Consulte as publicações oficiais para verificar alterações posteriores e vigência.Acessar informações e documentos ↗COMSEA
Espaço de participação e controle social da política de segurança alimentar e nutricional.
Base legal informada: Lei Municipal nº 1.767/2013.Acessar informações e documentos ↗CAISAN — Câmara Intersetorial Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional
Articula órgãos e políticas públicas municipais para integrar o planejamento e a implementação das ações de segurança alimentar e nutricional. Não é um conselho de controle social.
Referência legal indicada: Decreto Municipal nº 33.229/2024. Consulte a publicação oficial e eventuais alterações para verificar o texto e a vigência do ato.Acessar informações e documentos ↗Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente — CMDCA
O CMDCA é uma instância colegiada de participação e controle social responsável por deliberar e acompanhar a política municipal de promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, conforme as competências definidas na legislação aplicável.
Finalidade e atuação
Acompanhar e deliberar, dentro de suas atribuições legais, sobre a política municipal de direitos da criança e do adolescente. A composição atual, o mandato dos conselheiros, o calendário de reuniões e os procedimentos de registro de programas devem ser consultados nos atos oficiais vigentes.
Base legal informada
Lei Municipal nº 1.106, de 28 de outubro de 1999, que dispõe sobre a política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente e cria o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. O texto recebeu alterações posteriores, incluindo a Lei Municipal nº 1.682/2011. Para aplicação, devem ser considerados o texto consolidado e os atos municipais vigentes.
Endereço institucional de referência: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033 — Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato institucional de referência: 0800 100 2615
Horário informado: Segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.
Documentos do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente — CMDCA
Consulte as categorias de documentos oficiais deste órgão. Os arquivos serão acessíveis por links institucionais publicados nesta página.
📄 Atas
Atas de reuniões ordinárias e extraordinárias
📄 Resoluções
Resoluções deliberadas e publicadas
📄 Leis
Legislação municipal relacionada
📄 Decretos
Decretos e atos regulamentares
Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa
Instância colegiada de participação e controle social voltada à deliberação, ao acompanhamento e à defesa dos direitos da pessoa idosa, conforme a legislação municipal aplicável.
Finalidade e atuação
Acompanhar e deliberar sobre matérias relativas aos direitos da pessoa idosa, dentro das competências previstas em lei. Informações sobre composição atual, mandato, reuniões e documentos deliberativos devem ser consultadas nas publicações oficiais do Conselho.
Base legal informada
Lei Municipal nº 1.681, de 29 de novembro de 2011, com alteração indicada pela Lei Ordinária nº 2.461, de 25 de maio de 2026. A redação consolidada e os atos vigentes devem orientar a identificação das competências, da composição e do mandato.
Endereço institucional de referência: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033 — Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato institucional de referência: 0800 100 2615
Horário informado: Segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.
Documentos do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa
Consulte as categorias de documentos oficiais deste órgão. Os arquivos serão acessíveis por links institucionais publicados nesta página.
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Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional — COMSEA
O COMSEA é um espaço de participação e controle social relacionado à política de segurança alimentar e nutricional, com atuação conforme a legislação municipal e as competências estabelecidas para o Conselho.
Finalidade e atuação
Promover a participação social e acompanhar as questões de segurança alimentar e nutricional no âmbito de suas competências legais. A composição atual, o mandato, as reuniões e as deliberações devem ser consultados nos documentos oficiais do Conselho.
Base legal informada
Referência legal indicada: Lei Municipal nº 1.767, de 5 de julho de 2013. Consulte a publicação oficial e eventuais alterações para verificar o texto consolidado e a vigência.
Endereço institucional de referência: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033 — Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato institucional de referência: 0800 100 2615
Horário informado: Segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.
Documentos do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional — COMSEA
Consulte as categorias de documentos oficiais deste órgão. Os arquivos serão acessíveis por links institucionais publicados nesta página.
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Atas de reuniões ordinárias e extraordinárias
📄 Resoluções
Resoluções deliberadas e publicadas
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Legislação municipal relacionada
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Decretos e atos regulamentares
Câmara Intersetorial Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional — CAISAN
A CAISAN é uma instância de articulação entre órgãos e políticas públicas municipais para integrar o planejamento e a implementação das ações de segurança alimentar e nutricional. Diferentemente do COMSEA, não é um conselho de controle social: sua função é articular a atuação governamental entre setores.
Finalidade e atuação
Articular a atuação dos setores governamentais envolvidos no planejamento e na implementação das ações de segurança alimentar e nutricional. A composição, a coordenação, a periodicidade das reuniões e os instrumentos de planejamento devem ser consultados no decreto e nos atos oficiais vigentes.
Base legal informada
Referência legal indicada: Decreto Municipal nº 33.229/2024, apontado como ato de instituição da Câmara. Consulte o Diário Oficial para verificar a ementa, o texto e a vigência.
Endereço institucional de referência: Rua Prefeito Athayde Nogueira, nº 1033 — Centro, Rio Brilhante/MS.
Contato institucional de referência: 0800 100 2615
Horário informado: Segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.
Documentos da Câmara Intersetorial Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional — CAISAN
Consulte as categorias de documentos oficiais deste órgão. Os arquivos serão acessíveis por links institucionais publicados nesta página.
📄 Atas
Atas de reuniões ordinárias e extraordinárias
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Resoluções deliberadas e publicadas
📄 Leis
Legislação municipal relacionada
📄 Decretos
Decretos e atos regulamentares
ENTIDADES E ORGANIZAÇÕES POR CONSELHO
Consulte as organizações por instância de inscrição, registro ou articulação. Selecione um Conselho para localizar as entidades relacionadas e abrir a página individual de cada organização. A presença nesta página não comprova, por si só, inscrição ou registro vigente; essa condição deve ser confirmada nos atos oficiais atualizados.
CMAS
Conselho Municipal de Assistência Social
Organizações relacionadas à rede socioassistencial. As categorias de atendimento, assessoramento e defesa e garantia de direitos devem ser confirmadas conforme as ofertas inscritas.
Importante: A presença nesta relação não comprova, por si só, inscrição ou registro vigente. Consulte os atos oficiais atualizados do respectivo Conselho.
CMDCA
Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Organizações indicadas para a relação do CMDCA. Os registros e programas vigentes devem ser confirmados nas resoluções e nos atos oficiais do Conselho.
Importante: A presença nesta relação não comprova, por si só, inscrição ou registro vigente. Consulte os atos oficiais atualizados do respectivo Conselho.
COMSEA
Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional
Consulte os registros e atos oficiais para identificar as organizações e iniciativas relacionadas à política municipal de segurança alimentar e nutricional.
A consulta às organizações relacionadas à segurança alimentar deve considerar os registros e atos oficiais aplicáveis.
Conselho da Pessoa Idosa
Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa
Consulte os atos do Conselho para identificar entidades, programas e organizações com inscrição ou registro vigente, quando aplicável.
Importante: A presença nesta relação não comprova, por si só, inscrição ou registro vigente. Consulte os atos oficiais atualizados do respectivo Conselho.
Outras entidades e redes
Organizações relacionadas a outras políticas públicas
Área destinada a entidades de outras políticas públicas e redes intersetoriais, sem confundir esses vínculos com inscrição no CMAS ou registro nos demais Conselhos.
As organizações de outras políticas públicas serão relacionadas conforme as informações publicadas pelas instâncias competentes.
Páginas das entidades
Associação da Escola Família Agrícola Rosalvo da Rocha Rodrigues — AEFAR
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
Quando aplicável, o registro no CMDCA é independente e deve ser consultado no ato oficial correspondente.
↑ Voltar às entidadesAssociação de Pais e Amigos dos Excepcionais — APAE
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
CNPJ
24.664.617/0001-70
Para conferir os dados cadastrais, consulte a base oficial da Receita Federal.
Contato
Endereço
Rua Dr. Júlio Siqueira Maia, nº 2689, Vila Trombini, Rio Brilhante/MS.
Inscrição e registros
A situação atual de inscrição, cadastro e autorização deve ser confirmada nos registros oficiais. Este perfil não substitui certidões ou atos vigentes.
A inscrição vigente, o número e a data do ato, a validade e as ofertas reconhecidas devem ser consultados nas publicações oficiais do respectivo Conselho.
Se estiver com registro e certidões vigentes perante o CMDCA, a entidade poderá pleitear aprovação de projetos e captação de recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, conforme as regras, editais e deliberações aplicáveis. Este perfil não comprova a regularidade atual nem a habilitação automática para captação.
Público-alvo
Pessoas com deficiência e suas famílias, conforme as ofertas efetivamente registradas.
Os critérios de acesso, o território atendido e a capacidade de atendimento devem ser consultados nos documentos públicos da oferta ou diretamente com a organização.
Atividades desenvolvidas
Atuação voltada à defesa de direitos das pessoas com deficiência e de suas famílias. A CNAE principal informada é 94.30-8-00 (associações de defesa de direitos sociais). Os serviços, programas e projetos socioassistenciais efetivamente ofertados devem ser descritos conforme inscrição, plano de trabalho e documentação vigentes.
A descrição dos serviços, programas e projetos deve ser consultada nos documentos oficiais publicados pela organização e nos registros do Conselho, quando aplicável.
Plano de trabalho
Documento não disponibilizado para consulta pública no momento.
Documentos e transparência
- Resolução ou comprovante de inscrição no CMAS, se houver;
- Comprovante de cadastro no CNEAS, quando aplicável;
- Plano de trabalho vigente e suas atualizações;
- Relatórios de atividades e resultados;
- Documentos públicos adicionais autorizados pela organização.
Os documentos oficiais disponíveis para consulta pública serão apresentados nesta área quando publicados. Para verificar inscrição ou registro vigente, consulte o ato oficial do Conselho.
Associação da Terceira Idade de Rio Brilhante — ATIRB
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
Quando aplicável, o registro no CMDCA é independente e deve ser consultado no ato oficial correspondente.
↑ Voltar às entidadesEFAR — Escola Família Agrícola Rosalvo da Rocha Rodrigues
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
Quando aplicável, o registro no CMDCA é independente e deve ser consultado no ato oficial correspondente.
Informações e registros
Quando aplicável, consulte os atos oficiais do CMDCA para verificar registro, programas e ofertas autorizadas.
Centro de Equoterapia de Rio Brilhante — EQUO-RIO
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
Quando aplicável, o registro no CMDCA é independente e deve ser consultado no ato oficial correspondente.
↑ Voltar às entidadesObra Social Nossa Senhora da Glória — Fazenda da Esperança (Unidade Santo Antônio)
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
Quando aplicável, o registro no CMDCA é independente e deve ser consultado no ato oficial correspondente.
↑ Voltar às entidadesHospital e Maternidade de Rio Brilhante/MS
Esta página é destinada à consulta de informações institucionais do estabelecimento.
Informações públicas
Os dados cadastrais, endereço, canais de atendimento e eventuais vínculos com políticas públicas devem ser consultados nas fontes oficiais do estabelecimento e nos atos dos órgãos competentes.
Instituto Pater de Educação e Cultura — Instituto João Bittar
Esta página reúne informações institucionais disponíveis sobre a organização. Para confirmar inscrição no CMAS, registro no CNEAS ou outros registros aplicáveis, consulte os cadastros e atos oficiais atualizados.
Consulte os dados cadastrais e os canais de contato nos registros oficiais da organização.
↑ Voltar às entidadesBIBLIOTECA DO SUAS
Repositório central da SEMAS para reunir legislação nacional e municipal, atos oficiais, normativas, orientações técnicas, instrumentos de gestão e materiais de apoio utilizados pela Secretaria. Os documentos serão disponibilizados por links oficiais ou arquivos publicados no repositório institucional.
Pesquise por tema, documento ou órgão emissor. Priorize as fontes oficiais e consulte a publicação original para verificar eventuais alterações e a vigência do ato.
Constituição Federal de 1988
Arts. 203 e 204 — fundamentos constitucionais da Assistência Social.
Abrir documento oficialLei nº 8.742/1993 — LOAS
Lei Orgânica da Assistência Social, com alterações posteriores.
Abrir documento oficialLei nº 12.435/2011 — organização do SUAS
Altera a LOAS e incorpora disposições sobre o SUAS.
Abrir documento oficialPNAS/2004 — Política Nacional de Assistência Social
Documento estruturante para organização da Política Nacional de Assistência Social.
Abrir documento oficialNOB-SUAS — Resolução CNAS nº 33/2012
Organização, responsabilidades e gestão compartilhada do SUAS.
Abrir documento oficialTipificação Nacional — Resolução CNAS nº 109/2009
Descrição e organização dos serviços socioassistenciais.
Abrir documento oficialNormativas do SUAS — FNAS
Consulta às normas de financiamento, execução e prestação de contas.
Abrir documento oficialPortal do Fundo Nacional de Assistência Social
Orientações, ferramentas e informações de financiamento.
Abrir documento oficialCadastro Único — legislação
Normas e orientações oficiais para gestão e atualização cadastral.
Abrir documento oficialGestão e financiamento do SUAS
Informações oficiais sobre cofinanciamento, repasses e prestação de contas.
Abrir documento oficialPolítica Nacional de Educação Permanente do SUAS
Referência nacional para a formação e qualificação dos trabalhadores do SUAS.
Abrir documento oficialPMAS 2026–2029 — Rio Brilhante/MS
Plano Municipal de Assistência Social. O arquivo aprovado deverá ser publicado pela equipe autorizada da SEMAS.
Abrir documento oficialPacto pela Gestão do SUAS/MS — Deliberação CEAS/MS nº 435/2022
Referência estadual para funções e responsabilidades da gestão.
Abrir documento oficialProtocolos e fluxos municipais
Protocolos intersetoriais, fluxos, formulários e procedimentos aprovados, após autorização de divulgação.
Documento não disponibilizado para consulta pública no momento.Materiais de Educação Permanente
Cadernos, apresentações, roteiros de capacitação e materiais de estudo.
Documento não disponibilizado para consulta pública no momento.Legislação municipal e atos oficiais
Consulte a legislação municipal e os atos publicados em fonte oficial. Confirme número, data, publicação e vigência antes de utilizar o documento.
Lei Municipal nº 2.045/2018 — Política Municipal de Assistência Social
Marco legal municipal da política de assistência social.
Abrir documento oficialDiário Oficial de Rio Brilhante/MS
Consulta a publicações oficiais, incluindo o Decreto Municipal nº 33.409/2025 e o organograma publicado.
Abrir documento oficialLeis, decretos, portarias e resoluções municipais
Use o Diário Oficial como fonte de conferência. Adicione aqui links específicos para cada ato após validar a publicação.
Documentos por setor e unidade
Os documentos técnicos estão organizados por área responsável. A Biblioteca centraliza as referências comuns e direciona o visitante às respectivas áreas para consulta, evitando duplicação de cópias.
Gestão da Secretaria
PMAS, contratos de gestão, MS Ativo, planejamentos e relatórios.
Acessar documentos da Gestão da SecretariaGestão do SUAS e áreas transversais
Planos, protocolos, documentos de Vigilância, Cadastro Único, Educação Permanente, Gestão do Trabalho e Gestão Financeira.
Acessar Gestão do SUASProteção Social Básica
Planos da PSB, documentos dos CRAS e produtos dos Centros de Convivência.
Acessar Proteção Social BásicaProteção Social Especial
Planos de ação, protocolos, fluxos e relatórios dos serviços especializados.
Acessar Proteção Social EspecialEDITAIS E CHAMAMENTOS
Consulte nesta área processos seletivos, concursos, chamamentos públicos, editais para entidades, credenciamentos, resultados e retificações publicados pelos órgãos responsáveis.
Abra o edital ou documento oficial pelo link publicado. Confira sempre o órgão responsável, número do edital, período de inscrição, retificações, resultados e prazos. A publicação de um edital não garante habilitação ou concessão de recursos: aplicam-se os critérios e procedimentos definidos no próprio instrumento.
Processos seletivos
Editais, inscrições, convocações, resultados e retificações de processos seletivos relacionados à Secretaria.
Concursos públicos
Editais, anexos, comunicados, convocações e resultados de concursos públicos pertinentes à área.
Chamamentos públicos
Seleção pública de propostas, parcerias e instrumentos de colaboração com organizações da sociedade civil.
Editais para acesso a recursos de fundos
Oportunidades para entidades apresentarem projetos e concorrerem a recursos dos fundos municipais, conforme edital e deliberações aplicáveis.
Credenciamentos e inscrições
Chamadas para cadastro, habilitação ou credenciamento de pessoas, serviços e organizações, conforme competência do órgão.
Resultados, retificações e convocações
Publicações complementares vinculadas a editais anteriores, com referência ao número e ao ano do instrumento original.
Quando houver publicações disponíveis, cada registro apresentará a identificação do instrumento e o acesso ao documento oficial. Confira prazos, critérios, retificações e resultados no próprio edital.
NOTÍCIAS E EVENTOS
Acompanhe notícias, eventos, campanhas, comunicados e ações de interesse público da Secretaria Municipal de Assistência Social.
Comunicados e notícias institucionais
Divulgação de ações, avisos, iniciativas e informações de interesse público da SEMAS.
Agenda de eventos e campanhas
Divulgação de datas, locais, programação, público participante e orientações para inscrição.
Fotos e registros das atividades
Espaço previsto para vincular galerias de fotos e registros das atividades, observando autorização de uso de imagem e proteção de dados pessoais.
NOTÍCIAS, EVENTOS, CAMPANHAS E AÇÕES
Nesta área são reunidas notícias, agenda de eventos, campanhas e registros das ações da SEMAS, com datas, descrições e materiais de consulta quando publicados oficialmente.
Agenda de eventos
Calendário de capacitações, campanhas, conferências, reuniões e atividades abertas ao público.
Consultar notícias e eventosGaleria de fotos
Galerias com várias fotos por evento, descrição e data, incluindo ações como Dia das Crianças.
Notícias, editais e resultados
Publicação de notícias, inscrições, editais, convocações e resultados de concursos e processos seletivos.
Galeria de atividades
Organize as fotos por ação ou evento. Exemplo: Dia das Crianças — atividades lúdicas, brincadeiras, oficinas, convivência e fortalecimento de vínculos. Edite o texto para descrever somente o que foi efetivamente realizado.
FALE CONOSCO
| Setor/Unidade Socioassistencial | Telefone(s) |
|---|---|
| Cadastro Único | (67) 3113-1078 (ramal 5090) |
| Casa Lar — Unidade 1 | (67) 3113-1072 (ramal 5070) / (67) 97601-3010 |
| Casa Lar — Unidade 2 | (67) 3113-1081 (ramal 5080) |
| Centro de Convivência da Pessoa Idosa José Alves de Barros | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| CRAM | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| CRAS Celeste Chaves do Nascimento | (67) 3113-1070 (ramal 5050) / (67) 97601-3012 |
| CRAS Joaldo Moreira Simões | (67) 3113-1068 (ramal 5010) / (67) 97601-3009 |
| CRAS Manilde Barbosa Spence — Prudêncio Thomaz | (67) 3113-1071 (ramal 5060) / (67) 97601-3013 |
| CREAS | 0800 100 2616 · (67) 3113-1069 (ramal 5020) |
| Educação Permanente | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| Equipe Volante | (67) 3113-1070 / (67) 97601-3012 (Referenciada ao CRAS Celeste) |
| Gerência da Proteção Social Básica (PSB) | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| Gerência da Proteção Social Especial (PSE) | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| Gestão do SUAS | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| Gestão do Trabalho | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| Gestão Financeira e Orçamentária | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| República para Pessoa Idosa | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| SCFV — Agrovila | (67) 3113-1079 (ramal 5120) |
| SEMAS — Secretaria Municipal de Assistência Social | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
| Vigilância Socioassistencial | 0800 100 2615 · (67) 3113-1025 |
