terça-feira , 30 de novembro de 2021
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Rio Brilhante é representado no Primeiro Simpósio Estadual de Saúde da Mulher

O município de Rio Brilhante foi representado durante o I Simpósio Estadual de Saúde da Mulher promovido pelo Governo do Estado, que teve por objetivo promover discussões sobre temáticas de saúde da mulher, atualizando concepções e práticas profissionais, estimulando a implementação de novas perspectivas do cuidado à saúde da mulher.

A coordenadora de Políticas Públicas de Rio Brilhante, Francis Jaqueline da Rocha, participou do evento que foi realizado, nos dias 05 e 06 de outubro, no auditório da Assomasul pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) e a Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres (SPPM) direcionado aos profissionais de saúde, gestores municipais de políticas para mulheres e servidoras públicas estaduais e que contou com a presença da primeira-dama do Estado, Fátima Azambuja; secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, demais autoridades.

Durante o evento foi realizado o lançamento da campanha “Outubro Rosa” e do Protocolo Estadual de Atenção à Mulher Vítima de Violência, que é um documento para que os profissionais das unidades de saúde tenham um procedimento padrão nos atendimentos ao acolher às vitimas, sendo que o mesmo norteará os serviços de saúde dos 79 municípios.

O simpósio também debateu temas como diagnóstico, acolhimento e tratamento de câncer de mama e colo de útero; atenção integral à saúde da mulher no contexto da violência doméstica/sexual e saúde mental das mulheres.

A coordenadora de Políticas Públicas de Rio Brilhante frisou que o Protocolo Estadual de Atenção à Mulher Vítima de Violência é um dos documentos mais importantes lançados dentro da gestão Estadual.

“Um dos pontos mais importantes deste protocolo é que nesse primeiro atendimento quando a vitima de violência sexual chega a unidade de saúde, ela vai a partir do protocolo passar pelo atendimento e acolhimento e também vai ser informada do tratamento sobre os agravos, que podem vir dessa violência, que pode ser uma gravidez, uma doença sexualmente transmissível e que todo esse acolhimento ele deve e pode ser feito sem a exigência do boletim de ocorrência ou qualquer outra exigência”, disse a coordenadora.

 

Assessor de Imprensa / Jefferson Duarte